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    Endoscopia FCecon


    Aumenta número de procedimentos de endoscopia no FCecon

    O médico Thiago Silveira Paiva justificou a elevação no número de atendimentos ao trabalho de sensibilização feito pela equipe do setor, além da reorganização de fluxos, realização de treinamentos e contratação de novos funcionários

    Endoscopia é um termo médico que inclui exames utilizados para a exploração visual de uma determinada cavidade | Foto: Divulgação/ FCecon

    Manaus - O aumento de 36,30% no número de procedimentos realizados pelo Serviço de Endoscopia Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon)  foi significativo no primeiro trimestre deste ano, quando comparado com igual período de 2017. De janeiro a março de 2018, foram registrados 571 exames de diversas modalidades, contra 419, no ano passado.

    “Com a reformulação do fluxo e o reforço da equipe, conseguimos ampliar a oferta desse tipo de exame, considerado de extrema importância para o apoio ao diagnóstico de diversos tipos de câncer”, destacou a diretora-presidente da FCecon, engenheira biomédica Ana Paula Lemes.

    Endoscopia é um termo médico que inclui exames utilizados para a exploração visual de uma determinada cavidade. Na FCecon, instituição considerada referência em cancerologia na Amazônia Ocidental, são ofertadas as seguintes modalidades de endoscopia: cistoscopia (bexiga), laringoscopia (laringe), broncoscopia (pulmões e brônquios), colonoscopia (intestino grosso) endoscopia digestiva alta (esôfago, estômago e duodeno), retossigmoidoscopia (reto e sigmoide) e videohisteroscopia (útero/endométrio) – este último ofertado com exclusividade pela Fundação, no SUS do Amazonas.

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    O gerente do Serviço de Endoscopia da FCecon, médico Thiago Silveira Paiva, justificou a elevação no número de atendimentos ao trabalho de sensibilização feito pela equipe do setor, além da reorganização de fluxos, realização de treinamentos e contratação de novos funcionários. Com essas medidas, foi possível manter o atendimento diário e absorver a demanda reprimida sem comprometer os serviços oferecidos.

    O médico enfatizou que também houve aumento de 30% no número de procedimentos realizados entre 2016 e 2017, passando de 1.658 exames para 2.158.

    Especialista em endoscopia digestiva pela Sociedade Brasileira de Endoscopia (Sobed), Thiago Paiva explicou que os exames endoscópicos são necessários para o diagnóstico, estadiamento e tratamento de diversas lesões oncológicas ou precursoras do câncer.

    “Durante o procedimento, é possível visualizar as lesões e fazer a retirada de fragmentos, que são encaminhados à análise histopatológica (biópsia). Nas situações em que as lesões estão em estágio inicial, pode-se fazer a ressecção (retirada total da região afetada) por via endoscópica”, explicou.

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