Fonte: OpenWeather

    Tragédia


    Menino morre afogado após cair de casa flutuante em Iranduba

    Criança de quatro anos foi comprar pão e, na volta para casa, teria caído no rio

    Casas flutuantes são comuns na área em que a criança caiu, em Iranduba. | Foto: Marcely Gomes

    Iranduba – O menino Daniel Freire Mallmann, de 4 anos, morreu no hospital após cair em um rio próximo da rua 7, no bairro Cidade Nova, no município de Iranduba (a 27 km da capital). O acidente ocorreu durante a tarde desta última quinta-feira (7). 

    De acordo com o depoimento prestado pela mãe da criança à Polícia Militar do município, Daniel foi mandado comprar pão em um local próximo à casa da família. A mãe, estranhando a demora da criança, saiu em sua procura. 

    Ao encontrar o filho, o menino de quatro anos estava desacordado e praticamente sem vida. Ainda de acordo com informações da Polícia Militar, a casa da família é flutuante, o que pode ter facilitado a queda do menino. 

    Leia também: Manaus, moradia flutuante: casas de madeira transformam rio em favela

    O menino foi levado por familiares ao Pronto Socorro da Criança, no bairro Compensa, na Zona Centro Oeste de Manaus. Apesar dos esforços dos médicos, Daniel morreu por volta das 15h30. 

    Bebê morto em Tefé

    “Minha denúncia não vai trazer meu filho de volta e nem consolar a dor da minha família, mas pode salvar a vida de outras crianças”, essa é a declaração do agricultor Lázaro Barbosa, de 32 anos, após perder o segundo filho, um recém-nascido de apenas quatro dias, no Hospital Regional de Tefé (a 523 km de Manaus).

    De acordo com informações da própria direção da unidade, o hospital não conta com funcionários especializados na troca de cilindros de oxigênio, incubadoras e outros aparelhos necessários ao atendimento de pacientes neonatal.

    Denúncias de moradores da cidade apontam que a água utilizada no hospital é poluída há anos por metais pesados, embora a diretora da unidade tenha informada que a água dessa fonte passa por um tratamento e está sendo utilizada somente para a limpeza do prédio.

    O pequeno José Antônio nasceu no dia 29 de maio, prematuro. O bebê ficou quatro dias internado, respirando com ajuda de aparelhos, na unidade de saúde, que não possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. No dia 1° de junho, a criança não resistiu e morreu, segundo os pais, devido a ausência do “vigilante”, responsável pela troca do cilindro de oxigênio do hospital.

    Leia mais: 

    Criança de 3 anos morre afogada na Ponta Negra, em Manaus

    Criança de cinco anos cai de flutuante e morre afogada em Iranduba

    Bebê morre em Tefé e família denuncia hospital por falta de estrutura

    Comentários