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    Próxima terça (16)


    Acusados de matar menina Grazielly , em Autazes, vão a júri popular

    São réus no processo os irmãos Gilbervan de Jesus Elói e Gilbermilson de Jesus Elói, além de Gilmara França de Souza, companheira de Gilbervan

    São réus no processo os irmãos Gilbervan de Jesus Elói e Gilbermilson de Jesus Elói, além de Gilmara França de Souza, companheira de Gilbervan. | Foto: Divulgação

    Autazes - O Conselho de Sentença da Vara Única da Comarca de Autazes julga na próxima terça (16), no Fórum Desembargador Aristófanes Bezerra de Castro, os três acusados da morte da menina Grazielly dos Santos Costa, ocorrida em junho de 2015, naquele município (a 118 km de Manaus).

    A sessão do júri será presidida pelo titular da Vara Única da Comarca de Autazes,  juiz Cid da Veiga Soares Júnior. O julgamento deveria ter ocorrido em novembro do ano passado, mas a Justiça precisou remarcar a sessão em virtude da ausência de duas testemunhas.

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    São réus no processo os irmãos Gilbervan de Jesus Elói e Gilbermilson de Jesus Elói, além de Gilmara França de Souza, companheira de Gilbervan. Os três estão presos desde a época do crime, em Manaus, e serão encaminhados no dia do Júri para o Fórum de Autazes.

    A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público com base no inquérito policial. Conforme o documento, motivação do crime teria sido o fato de Gilbervan não reconhecer Grazielly como filha, o que levou a mãe da criança, com quem ele tivera um relacionamento, a ingressar com ação de investigação de paternidade para garantir o pagamento da respectiva pensão alimentícia.

    Segundo a apuração policial, Grazyelle, que tinha 9 anos, foi raptada a caminho da escola, na tarde do dia 17 de junho de 2015, por ocupantes de um carro vermelho. O corpo da criança foi encontrado dois dias depois, nas matas da localidade conhecida como Ramal do Tumbira e o laudo pericial apontou morte por asfixia. O carro usado no rapto seria de propriedade de Gilbervan e os dois outros ocupantes do veículo seriam Gilbernilson e Gilmara, conforme a denúncia. Os três negam a autoria do crime.


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