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    Paralisação


    Rodoviários afrontam Justiça e ônibus continuam paralisados em Manaus

    O sindicato dos rodoviários reunirá, na tarde de hoje, com representantes do Executivo Municipal para tentar chegar a um acordo, caso contrário a paralisação continuará por tempo indeterminado

    Manaus – Em reunião com a imprensa na manhã desta terça-feira (29), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários, Givancir de Oliveira, decretou que a paralisação do transporte coletivo continue por tempo indeterminado.

    Oliveira alega que, por dois anos seguidos, a categoria tenta conversar com as empresas para ter as reivindicações atendidas, porém não são ouvidos.

    Os rodoviários pedem o dissídio coletivo de 2018/2019, ainda não concedido desde o dia 1°de maio deste ano, além do reajuste salarial mínimo de 4%, principal pedido da categoria. Enquanto os pleitos dos rodoviários não forem atendidos, a categoria permanecerá com 50% da frota paralisada. 

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    Rodoviários pedem o reajuste salarial e o pagamento do dissídio coletivo 2018/2019
    Rodoviários pedem o reajuste salarial e o pagamento do dissídio coletivo 2018/2019 | Foto: Ione Moreno

    Ainda na tarde desta terça, representantes das empresas de transporte coletivo, do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram), do Sindicato dos Rodoviários e outros representantes da classe, estarão reunidos para tentar um acordo.

    O representantes dos rodoviários, Givancir Oliveira, afirma que enquanto não houver acordo que beneficie a categoria, a greve continuará
    O representantes dos rodoviários, Givancir Oliveira, afirma que enquanto não houver acordo que beneficie a categoria, a greve continuará | Foto: Ione Moreno

    Mesmo com a informação de que apenas metade da frota dos ônibus ficaria paralisada, usuários do transporte coletivo relataram ausência completa de coletivos em determinadas regiões da cidade. O Presidente do Sindicato dos rodoviários rebateu a informação e disse que a categoria estipulou a porcentagem e as empresas estavam respeitando o que havia sido combinado.

    “Estamos obedecendo o valor máximo que deve ser paralisado e que foi estipulado por lei”, afirmou o presidente do Sindicato, complementando que, mesmo com a permanência da paralisação, esse percentual seguirá inalterado.

    Edição: Isac Sharlon

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