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    Comunidade


    Restos de alimentos são descartados indevidamente em praça pública

    Moradora denuncia que a única praça da comunidade, situada na Zona Norte de Manaus, deixou de ser um espaço para atividades a céu aberto por ter sido ocupada por vários estabelecimentos comerciais, que prejudicam o meio-ambiente

    | Foto: Erica Aquino

    Manaus - O espaço, onde era para ser uma pracinha, para a comunidade localizada na rua Merida, bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus, hoje se tornou uma pequena praça de alimentação impedindo a prática de atividades físicas ao ar livre dos moradores das redondezas.

    Segundo a dona de casa Maria Ferreira, de 53 anos, o local está tomado por estabelecimentos. "Cheio de lanches e não tem mais espaço para os moradores. Não podemos caminhar no fim da tarde, pois a estrutura dos lanches ficam no meio do caminho. Esta tudo tomado, virou uma praça de alimentação", diz a mulher.

    | Foto: Erica Aquino

    "Além de todo o espaço sendo tomado, os donos dos lanches e funcionários ainda jogam restos de comida aqui pelos lados e na rua, fica tudo sujo e o com um odor de resto de comida podre que não é agradável para quem está aqui e nem para quem mora ao lado", completa.

    As crianças também são prejudicadas por não terem espaço para brincar. "Criança aqui não tem vez de brincar. Tem um ou outro brinquedo que temos que pagar, mas o espaço que era pra ser livre para as crianças não têm", diz a mulher.

    Outros Problemas 

    | Foto:

    Além da ocupação da praça, a moradora também se queixa das ruas esburacadas ao redor que prejudicam o passeio principalmente das crianças, idosos e automóveis.

    "A rua aqui também está em uma situação complicada: é cada buraco. As crianças passam por aqui e tropeçam, fica arriscado levarem uma queda. E também prejudica os idosos, que são mais frágeis. Os motoristas têm que trafegar com maior cuidado para não passar e quebrar alguma peça" comenta Maria Ferreira.

    Posicionamento

    A equipe do Portal Em Tempo entrou em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), mas até o fechamento desta matéria não obteve respostas. 

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