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    Aleam


    Abertura de mercado de gás e saída da Petrobras geram debates na Aleam

    Entre os deputados presentes estavam Serafim Côrrea e Josúe Neto

    A saída não foi vista com bons olhos pelo deputado Serafim Côrrea (PSB) | Foto: Alberto César Araújo

    Manaus - No último sábado (3), passagem para o Dia do Petróleo Brasileiro, a saída da empresa estatal Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A) do Amazonas foi um dos principais motivos para manifestações dos deputados no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).  

    O deputado Serafim Corrêa (PSB) apontou o tratamento do poder público estadual como um dos fatores determinantes para a saída da Petrobras. “Esta é uma decisão que está tomada desde 2017, eu diria. E é uma ideia que eu, pessoalmente, não vejo como reverter, porque nós passamos muitos anos hostilizando a Petrobras e ela tomou uma decisão. Essa saída é ruim, pois se trata da maior empresa da América Latina e tudo que eu podia fazer, eu fiz, porém, não vi esse mesmo ânimo por parte dos últimos governos”, lamentou.

    Gás Natural 

    O presidente da Aleam, deputado Josué Neto (PRTB), explicou que a decisão de venda de participação no Amazonas é parte da política da Petrobras em priorizar a exploração em altas profundidades. “Os desinvestimentos realizados não implicam em descontinuidade da atividade, mas sim que os empregos e oportunidades continuarão sendo disponibilizados pelas novas empresas”, afirmou.

    Porém, para Josué Neto, o maior problema para o Amazonas é exatamente a venda dos ativos em si. “A maior dificuldade de vender os seus ativos no Amazonas é porque qualquer companhia da iniciativa privada perde o interesse de compra dos ativos da Petrobras porque existe uma operação comercial de prejuízo, que a própria Petrobras já assumia, inclusive, e nenhuma empresa quer comprar outra para ter prejuízo”, apontou.

    Defensor ferrenho da abertura do mercado do gás natural no Amazonas, Josué Neto (PRTB) reforça a esperança da economia com a abertura, em definitivo, do mercado de gás. “Com a abertura do mercado do gás diversas empresas vão se instalar no Amazonas para explorar e distribuir o gás para o mercado interno e exportarão esse gás para o mercado externo, gerando em 10 anos, pelo menos 48 mil novos empregos em toda a sua cadeia produtiva”, argumentou.

    *Com informações da assessoria

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