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    Data comemorativa


    Vai um cafezinho? Saiba mais sobre a bebida no Dia Nacional do Café

    O produto é o segundo mais comercializado do mundo, só perdendo para o petróleo, que segue na liderança mundial. Clique aqui e veja mais sobre a história, curiosidades e dicas de como fazer aquele cafezinho para alegrar o seu dia

    Kalena Cafeteria na rua Fortaleza, Adrianópolis | Foto: Marcio Melo

    Manaus - Uma bebida democrática. Assim podemos nos referir ao café, presente em qualquer lugar, sem a descriminação de situação econômica ou financeira e, ainda menos a posição social das pessoas, a bebida é uma presença obrigatória com importância no consumo, na cultura e até mesmo como parte do cotidiano.

    O café é uma verdadeira paixão nacional - e o café brasileiro está entre os melhores produzidos no mundo - cobiçado, amado ou odiado, ele se mantém, entre benefícios e malefícios, como a bebida que é a segunda mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água. O café também é o segundo produto mais comercializado do mundo, só perdendo para o petróleo, um produto na liderança mundial.

    O café está presente e praticamente faz parte da família de grande parte dos seres humanos. Afinal, entre os amantes, simpatizantes e consumidores quem fica sem tomar pelo menos um gole ou copinho de café durante o dia? 

    Leia também: Terceira 'onda' de cafés especiais ganha adeptos em Manaus 

    Neste sábado, 14 de abril, quando se comemora o Dia Nacional do Café, vamos conhecer um pouco de sua história, tradição, curiosidades, benefícios, malefícios, consumo, enfim, a trajetória do café, desde quando chegou ao Brasil até os dias atuais com o uso moderno em todos os níveis de consumo.

    História no Brasil

    O café chegou ao norte do Brasil, mais precisamente em Belém, em 1727, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara às Guianas com essa missão. Já naquela época o café possuía grande valor comercial.

    Palheta aproximou-se da esposa do governador de Caiena, capital da Guiana Francesa, conseguindo conquistar sua confiança. Assim, uma pequena muda de café Arábica foi oferecida clandestinamente e trazida escondida na bagagem desse brasileiro. Por conta das nossas condições climáticas, o cultivo de café se espalhou rapidamente, com produção voltada para o mercado doméstico.

    Em sua trajetória pelo Brasil o café passou pelo Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Num espaço de tempo relativamente curto, o café passou de uma posição relativamente secundária para a de produto-base da economia brasileira. Desenvolveu-se com total independência, ou seja, apenas com recursos nacionais, sendo, afinal, a primeira realização exclusivamente brasileira que visou a produção de riquezas.

    Em condições favoráveis, a cultura se estabeleceu inicialmente no Vale do Rio Paraíba, iniciando em 1825 um novo ciclo econômico no país. No final do século XVIII, a produção cafeeira do Haiti - até então o principal exportador mundial do produto - entrou em crise devido à longa guerra de independência que o país manteve contra a França.

    Aproveitando-se desse quadro, o Brasil aumentou significativamente a sua produção e, embora ainda em pequena escala, passou a exportar o produto com maior regularidade. Os embarques foram realizados pela primeira vez em 1779, com a insignificante quantia de 79 arrobas. Somente em 1806 as exportações atingiram um volume mais significativo, de 80 mil arrobas.

    Por quase um século, o café foi a grande riqueza brasileira, e as divisas geradas pela economia cafeeira aceleraram o desenvolvimento do Brasil e o inseriram nas relações internacionais de comércio. A cultura do café ocupou vales e montanhas, possibilitando o surgimento de cidades e dinamização de importantes centros urbanos por todo o interior do Estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e norte do Paraná. 

    Durante dez décadas o Brasil cresceu, movido pelo hábito do cafezinho, servido nas refeições de meio mundo, interiorizando nossa cultura, construindo fábricas, promovendo a miscigenação racial, dominando partidos políticos, derrubando a monarquia e abolindo a escravidão.

    O café chegou ao norte do Brasil, mais precisamente em Belém, em 1727, trazido da Guiana Francesa para o Brasil
    O café chegou ao norte do Brasil, mais precisamente em Belém, em 1727, trazido da Guiana Francesa para o Brasil | Foto: Reprodução

    Além de ter sido fonte de muitas das nossas riquezas, o café permitiu alguns feitos extraordinários. Durante muito tempo, o café brasileiro mais conhecido em todo o mundo era o tipo Santos. A qualidade do café santista e o fato de ser um dos principais portos exportadores do produto, determinou a criação do Café Tipo Santos.

    Implantado com o mínimo de conhecimento da cultura, em regiões que mais tarde se tornaram inadequadas para seu cultivo, a cafeicultura no centro-sul do Brasil começou a ter problemas em 1870, quando uma grande geada atingiu as plantações do oeste paulista provocando prejuízos incalculáveis.

    Tipos de café

    O Brasil está entre os maiores países produtores e exportadores de café do mundo e isso não se deve apenas a sua tradição no cultivo do grão, mas também porque a bebida é considerada uma paixão nacional.  

    No país, existem diferentes regiões que produzem o grão. Para isso, é essencial saber   os dois tipos principais: robusta (ou conilon) e arábica. Mesmo que existam mais de 60 espécies do grão, essas duas são as mundialmente cultivadas e comercializadas.

    No Brasil, ambas são produzidas. Resumidamente, é possível dizer que a arábica é mais aromática, doce e ligeiramente ácida, enquanto a robusta, que é considerada de qualidade inferior (o que não é consenso), resulta em sabores achocolatados. No entanto, o seu cultivo é mais fácil, pois se trata de uma espécie bastante resistente, que cresce rápido e rende mais.

    Em geral, o café que bebemos no Brasil é uma mistura de ambas as espécies. Essa mistura, ou harmonização dos grãos, é o denominado blend, sendo que quanto mais de arábica tiver maior é a sua qualidade e valor. Por outro lado, para a produção do café instantâneo, o robusta é o preferido, uma vez que conta com mais substâncias solúveis, como a cafeína e os açúcares.

    Maior produtor no Brasil e Estados produtores

    No Brasil apenas os Estados de Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná e Rondônia, são as regiões produtoras de café. Dentre eles, Minas Gerais é disparado o maior produtor de café do Brasil. Os números são bem expressivos, correspondendo aproximadamente 50% da produção nacional e sendo umas das principais fontes de cafés especiais do país. O café Arábica tem domínio total com 100% das plantações colhidas, em quatro regiões produtoras como no Sul, Cerrado, Chapada e Matas de Minas, com exportações em pontos estratégicos no porto de Santos, Rio de Janeiro e Vitória. 

    Sul de Minas vai continuar liderando a produção de café, que deve variar entre 15,6 milhões e 16,4 milhões de sacas em 2018
    Sul de Minas vai continuar liderando a produção de café, que deve variar entre 15,6 milhões e 16,4 milhões de sacas em 2018 | Foto: Reprodução

    Segundo informações da Conab, o Sul de Minas vai continuar liderando a produção de café, que deve variar entre 15,6 milhões e 16,4 milhões de sacas em 2018, de acordo com a segunda estimativa para a produção. Com isso, se prevê um crescimento de 13,7% a 19,7% em relação a safra do ano passado, mas de acordo com dados levantados, dependendo das boas condições climáticas e outros fatores pode girar entre 54,44 e 58,51 milhões de sacas de 60 kg. Com esse patamar, o crescimento pode atingir entre 21 a 30% superior de 2017, quando culminou com 44,9 milhões de sacas.

    Para o maior produtor de café, no Sul de Minas os números devem ser favoráveis entre 29,1 e 30,6 milhões de sacas de de café na safra deste ano, tendo uma subida de 19 a 25% em comparação a safra anterior. 

    Café especiais

    Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), em pesquisa encomendada da Euromonitor, o mercado de cafés especiais ainda é pequeno em relação ao café tradicional, que ocupa 92% das vendas, mas cresce cerca de 15% a cada ano, enquanto o mercado de cafés como um todo cresce apenas 3,5% a 3,6% por ano.

    Esse tipo de produto tem caído no gosto do público, com blends que misturam grãos de diferentes tipos e pela pureza do café, que passa por controles de qualidade rigorosos. 

    Os termos café tradicional, superior, especial, entre outros, são termos usados principalmente para definir o nível de qualidade de cada grão e, assim, estabelecer um valor de compra e venda 

    De acordo com a Metodologia de Avaliação Sensorial da Specialty Coffee Association (SCA), usada no mundo todo, Café Especial é todo aquele que atinge, no mínimo, 80 pontos na escala de pontuação da metodologia (que vai até 100), sendo avaliados os seguintes atributos: fragrância/Aroma; uniformidade (cada xícara representa estatisticamente 20% do lote avaliado); ausência de defeitos; doçura; sabor; acidez; corpo; finalização; harmonia e conceito final (impressão geral sobre o café, atribuída pelo classificador. Única parcela de subjetividade do classificador na avaliação da amostra).

    Empreendimento

    Acompanhando o que existe de mais moderno, saboroso e acima de tudo com a marca de qualidade aos amantes de uma das maiores paixões do mundo, mas principalmente do povo brasileiro em consumo, que é o café, o publicitário e designer manauara, Aldo Bitencourt Chã Neto, de 31 anos, no final de 2016 implantou na cidade uma nova opção aos apaixonados da bebida: o Kalena Café. O point de encontro da família, amigos, reuniões, profissionais ou de pessoas das mais variadas possíveis, fica no bairro Adrianópolis, Zona Sul da cidade.

    Em pouco tempo, o empreendimento, se tornou uma grande referência na cidade pela variedade, modernidade e visão empresarial do proprietário, que conseguiu implantar seu negócio para atender não apenas um público especifico, mas uma clientela fiel da bebida, mas com um toque refinado com os dias atuais.

    O Kalena café é uma cafeteria de especialidade, utilizando grãos de categoria especial para fornecer a melhor experiência possível quando o assunto é café. Os amantes da bebida encontram mais de oito grãos e vários métodos de extração, além de quitutes pensados para harmonizar na degustação com o café.

    Kalena Cafeteria na rua Fortaleza, Adrianópolis, em Manaus.
    Kalena Cafeteria na rua Fortaleza, Adrianópolis, em Manaus. | Foto: Marcio Melo

    De acordo com Aldo todo começo é sempre difícil, mas com muito trabalho, esforço e dedicação, mas principalmente de começar um empreendimento novo e diferente, fez com que ele pudesse colocar em prática seu projeto aos chamados adeptos da “terceira onda” da nova geração dos cafés especiais.

    “O Kalena surgiu no final de 2016, mas já estava na minha cabeça por muitos anos, desde a época que morava em São Paulo, onde fiquei sete anos por lá. Quando voltei em 2013, já queria muito trabalhar com isso. Até que em 2016, surgiu a oportunidade. Aqui o foco é entregar o melhor café, feito com os melhores grãos, isso sempre foi esse meu sonho. Algo que Manaus não tinha”, explicou.

    Sobre o trabalho realizado pelo Kalena Café, o jovem empresário explicou o funcionamento para produzir a bebida tradicional em todo mundo, mas nos moldes mais modernos e tudo feito bem trabalhado e planejado. 

    “O trabalho com grãos de categoria especial, com certeza exige mais do profissional. Temos sempre que usar grãos torrados recentemente, para garantir frescor. Nunca temos grãos com mais de 30 dias aqui na cafeteria. Todos os nossos grãos são de uma torrefação exclusiva. Hoje temos nove variedades aqui para os clientes provarem.  Fora isso, o profissional que trabalha nesse nível de cafeteria precisa ser um ótimo barista. Eu tenho todas as formações como barista pelo Coffee Lab e UM Coffee Co em São Paulo, e repasso isso para nossa equipe”, comentou, mas afirmou que vai abrir cursos para difundir a cultura da área na cidade.

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    “Somos realmente um lugar diferente. Nos preocupamos muito com o que servimos e isso é nosso foco total. Todo mundo é treinado para isso. O público adora, o que fazemos. Temos clientes que frequentam diariamente a cafeteria. Conhecemos já seus gostos e tudo mais. Tem sido uma experiência incrível”, comemorou. "

    Aldo Bitencourt Chã Neto, publicitário e designer

    Destaque amazônico

    No Estado do Amazonas, o município que se destaca pela sua produção é Apuí (453 km da capital). Para alavancar ainda mais a bebida, a bebida conta com o apoio do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), organização não governamental sem fins lucrativos em Manaus.

    Para isso, o Idesam idealiza o Café Apuí Agroflorestal, sendo o primeiro café produzido de forma sustentável na Amazônia e o segundo, no Brasil, 100% conilon. Produzido por agricultores familiares do sul do Amazonas, a produção ocorre em sistemas agroflorestais com árvores nativas da Amazônia e sem a utilização de agroquímicos. O resultado disso, foi o Projeto Café em Agrofloresta, que tem como objetivo fomentar e fortalecer a cadeia produtiva do “café agroecológico” no município de Apuí.

    De acordo com o gerente do Programa de Produção Rural Sustentável do Idesam, o engenheiro agrônomo Ramon Weinz Morato, de 32 anos, explica como surgiu essa ideia de realizar o projeto para ajudar e contribuir para o café no município seja não apenas uma bebida, mas um negócio de sucesso.

    “Nos diagnósticos realizados pelo Idesam a partir de 2008, entendeu-se que o a cadeia do café e a segundo de maior relevância no município de Apuí. Isso se deve também pelas características dos colonos que ali chegaram, que já dominavam a cultura do café, por serem provenientes de estados como Paraná, Espirito Santo, entre outros.  Por ser uma cultura que se adapta bem a sombra, surgiu a ideia de se trabalhar o café agroflorestal, com práticas agrogeológicas de produção, ou seja, um café produzido em consórcio com árvores nativas da Amazônia, sem a utilização de insumos químicos para criar fertilidade e combater pragas, e sem a necessidade direta de irrigação artificial”, acrescentou Morato.

    “O café sombreado agrega mais açúcar em seu sabor, além disso e coletado de forma seletiva, seco em terreiro suspenso e está em processo de certificação. Esse projeto é aliado a um empresário local, que vislumbrou junto ao Idesam um café diferenciado, que pudesse atingir um nicho de mercado especial em outros estados, do café produzido aqui. Atualmente esse café está atingindo a certificação orgânica, de forma participativa via Sistema Participativo de Garantia (SPG), com apoio da Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas, rede que abriga outras iniciativas com foco em agroecologia”, disse.

    Para o especialista, o importante do projeto é que, além de gerar renda e valorizar o café aos produtores locais com a certificação e premiação de qualidade, o café recompõe a paisagem amazônica, restaurando a floresta e trazendo as árvores para o sistema produtivo, ou seja, plantando café, estamos plantando floresta, e vice-versa. Para ele, tudo isso produz toda uma diferença sobre a temática.

    “Sim, nosso café é o primeiro produzido de forma sustentável e orgânico na Amazônia, de forma harmoniosa com a floresta. Não utiliza irrigação artificial e nem insumos químicos na produção. é o único café que leva o nome da Amazônia em seu semblante, com desenvolvimento social e impacto positivo no meio ambiente”, concluiu, mas afirmou outra conquista do trabalho realizado com a bebida no Estado.

    “Sobre o café conillon é mais cafeinado do que o café arábica, e produzido de forma sombreado, agrega caraterísticas diferenciadas quando a colheita é feita de forma seletiva. Esse café produzido com todo esse cuidado está sendo cada vez mais aceito no mercado dito ‘Gourmet’, de café especiais, principalmente com selo orgânico, que pretendemos atingir ainda esse ano. Além disso, esse tipo de café está mais adaptado as condições locais e a os efeitos das mudanças climáticas, quando plantado em consórcio com arvores nativas. Em 2017, a produção foi de 18 toneladas abastecendo as cidades de Apuí, Manaus, Humaitá, Porto velho, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo”, destacou.

    Top 10 que você precisa saber sobre o café

    1 - Foi descoberta por volta de 525 no interior da Etiópia. Sendo a primeira referência sobre seu uso comestível datado de 575 nos manuscritos do Iêmen que falam acerca da lenda de Kaldi, onde um pastor notara que suas ovelhas ficaram mais espertas depois que consumiram a estranha planta;

    2 - O café foi incluído na legislação Turca, onde as esposas poderiam pedir divórcio caso os maridos não provessem a casa de uma cota especifica do produto;

    3 - Chegou a ser proibido em Meca pelo governado Khair Begem 1511, Murad III (1574-1595) e pelo sultão Murad III (1574-1595) que o considerou “bebida do diabo”. A igreja católica também o demonizou por ser oriundo do lado pagão do mundo, o Oriente;

    4 - No início, o tradicional café com leite e pão com manteiga era garantido apenas para quem tinha grana suficiente para pagar o alto preço do trigo e da manteiga;

    5 - O café chegou ao Brasil no século XVIII, proveniente da ilha Martinica que pertenciam à França. Segundo a tradição, o produto foi contrabandeado pelo português Franscisco de Mello Palheta que seduziu a esposa do governador da ilha com intuito de conquistar o produto;

    6 - O café expresso foi criado em 1906 por George Washington. Mas, calma, não se trata do presidente do EUA. Este George era um empresário da Guatemala.

    7 - Existem mais de 25 tipos de café, sendo os mais populares a Robusta, com teor de cafeína mais elevado; e a Arábica, dona de sabor mais suave e quantidade menor de cafeína. Cerca de 25% do café consumido mundialmente é proveniente do Brasil.

    8 - Existem muitas formas de preparar Café. No Japão ele é servido gelado. Na frança, misturado com chicória. No Oriente Médio e na África recebe pitadas de canela, alho ou gengibre. Na Itália pode ter tiras de limão. Na Grécia é servido com um copo de água gelada. Na Alemanha é adoçado com leite condensado ou chantilly, enquanto na Suíça é batizado com Kirsch, um tipo de licor.

    9 - Existem muitas pesquisas sobre os benefícios e maléficos do café. Alguns cientistas propõem que a bebida atua no sistema nervoso produzindo estado de alerta, auxilia o coração, diminui a chance de adquirir Mal de Alzheimer e reduziria o nível de açúcar no sangue. Seu exagero, no entanto, provocar taquicardia, agrava lesões no aparelho digestivo, interfere na absorção de cálcio, escurece os dentes, e provoca insônia. A cafeína também aumenta o poder de anestésicos como aspirina e paracetamol.

    10 - A cafeína pode ser encontrada em outros produtos além do café. Para você ter uma ideia, 240 ml de café possui de 104 a 192 mg de cafeína, enquanto que a mesma dosagem de energético e chá gelado possuem 70 a 85 mg e 9 a 50 mg respectivamente. Enquanto que 200 ml de Coca Cola, por exemplo, possui 19 mg de cafeína.


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    Edição: Lívia Nadjanara

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