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    Arquidiocese de Manaus realiza missa para famílias de presos mortos

    A Arquidiocese de Manaus divulgou, nesta segunda-feira (2), nota à sociedade manifestando solidariedade às famílias de presos mortos durante a rebelião, ocorrida no domingo (1º), no Complexo Penitenciária Anísio Jobim (Compaj). Na ocasião, morreram 56 presos.

    A pastoral carcerária afirma, em primeiro lugar, que é dever do Estado cuidar e garantir a integridade física de cada detento, oferecendo as condições para cumprimento das suas respectivas penas.

    A entidade visita presídios há 40 anos em Manaus e, por isso, afirma que o sistema prisional não recupera o cidadão. Pelo contrário, oportuniza escola de crime, em vez de oferecer atividades ocupacionais aos internos.

    Considera ainda que a raiz do problema carcerário no Estado do Amazonas e no Brasil é a falta de políticas públicas. A terceirização também fragiliza o sistema, onde o preso representa apenas valor econômico.

    A Arquidiocese manifestou repúdio contra a mentalidade daqueles que banalizam a vida. “Enfim, não se pode responder violência, com violência, mas com não-violência, visando uma cultura de paz”, informou Dom Sérgio Eduardo Castriani.

    Uma missa será celebrada na tarde de sábado (7), às 16h, na Catedral da Imaculada Conceição, bairro Centro, Zona Sul.

    Com informações da assessoria

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