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    EDUCAÇÃO


    Século trabalha a Cultura Maker e seu papel na educação didática

    Você já ouviu ou pesquisou no Google a expressão Do It Yourself, ou DIY (Faça Você Mesmo)?

    O Movimento do Faça Você Mesmo fomenta a ideia de que qualquer pessoa pode realizar um trabalho manual, ou seja, com as próprias mãos
    O Movimento do Faça Você Mesmo fomenta a ideia de que qualquer pessoa pode realizar um trabalho manual, ou seja, com as próprias mãos | Foto: Divulgação

    Manaus - De origem inglesa, a palavra DIY muito usada no mundo digital, conquistou seu espaço e virou “tendência” nos dias de hoje sendo reconhecida como Cultura Maker. O Movimento do Faça Você Mesmo fomenta a ideia de que qualquer pessoa pode realizar um trabalho manual, ou seja, com as próprias mãos - uma  reforma, uma criação, um conserto de objetos nos mais diversos segmentos de eletrônica a robótica, da arte interativa a melhorias domésticas.

     Há várias formas de começar a pôr a 'mão na massa', seja através de vídeos no youtube ou no Pinterest (aplicativo de imagens) que demonstra o passo a passo de qualquer coisa que se esteja interessado a fazer. A web está cheia de sites, blogs e aplicativos relacionados à cultura maker. E no ambiente educacional esse movimento ganhou espaço e pois desperta a curiosidade e a criatividade das crianças e adolescentes.

    O Centro Educacional Século aposta nessa ideia de incentivar o aluno a fazer com suas próprias mãos, desde simples brinquedos com materiais recicláveis que são desenvolvidos pela brinquedista da escola com as crianças do Maternal e Educação Infantil até projetos robóticos sob a supervisão do professor de Pensamento Computacional, José Leandro Brito, no Espaço Maker, com os alunos do fundamental I,II e ensino médio.

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    No ambiente educacional esse movimento ganhou espaço e pois desperta a curiosidade e a criatividade das crianças e adolescentes.
    No ambiente educacional esse movimento ganhou espaço e pois desperta a curiosidade e a criatividade das crianças e adolescentes. | Foto: Divulgação

    De acordo com Leandro, na sala de aula os alunos aprendem a teoria, fundamentam a ideia e no espaço maker eles a colocam em prática. “O Maker Space do Século teve início este ano para atender às novas metodologias aplicadas na escolas. A sala está equipada com impressoras 3D, cortadora a laser e ferramentaria como material de suporte para a produção dos alunos”, explica.

     Os espaços, antes distintos como robótica, lógica de programação e designer, foram integrados e inseridos em um único lugar para um melhor aproveitamento do tempo e aprendizado dos alunos. “No espaço, os alunos podem de fato transformar a imaginação em realidade sem ter medo de errar ou quebrar objetos. Coloca-se o desafio e as propostas, ensina-se como se utilizam os materiais e eles começam a fazer”, disse o professor, que conclui: “Os alunos estão maravilhados porque saem do conceito tradicional de ensino e no Espaço Maker eles têm a oportunidade de criar.”

     Os alunos estão trabalhando nas criações de brinquedos educativos dentro da proposta do Projeto Aprendizado em jogo. A estimativa é que todos os produtos desenvolvidos, após avaliação técnica, sejam lançados no mercado.

     Leandro conta que o primeiro brinquedo experimental já foi desenvolvido - um quebra-cabeça em material derivado da madeira (MDF) para ser montado em 3D, e uma caixa do mesmo material, para guardar esse objeto juntamente com Manual de Instruções para auxiliar na montagem que ainda está na fase de elaboração.

    O Centro Educacional Século aposta nessa ideia de incentivar o aluno a fazer com suas próprias mãos
    O Centro Educacional Século aposta nessa ideia de incentivar o aluno a fazer com suas próprias mãos | Foto: Divulgação

    “A ideia é que os alunos criem produtos, entrando no conceito de start up. Incitando-os ao empreendedorismo, desenvolvendo protótipos e, mais adiante, pensar em produção em massa. Criar algo inovador”, finaliza Brito.

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