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    Comércio


    Em 18 anos, número de empresas exportadoras no AM cresceu 26%

    O levantamento é do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM) criada para apoiar a indústria brasileira na inserção ao comércio internacional

    Gerente do CIN diz que entraves na burocracia dificultam crescimento de números | Foto: Divulgação

    Em 2000, o Amazonas tinha 176 empresas exportadoras. Passados 17 anos, o número de empresas amazonenses negociando com mercados internacionais saltou para 223 em 2018, resultando em um crescimento de 26%. O levantamento é do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM) da Federação das Indústrias do Estado (Fieam), com base nos dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

    Criada em 1998, a Rede CIN, coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), surgiu justamente para apoiar a indústria brasileira na inserção ao comércio internacional. No Amazonas, a rede funciona desde 2000 e em quase duas décadas de atuação, o CIN-AM atendeu uma a cada quatro empresas que exportaram nos últimos 18 anos.

    “Nossa meta é que as empresas amazonenses vejam o comércio exterior como uma estratégia de competitividade e sustentabilidade dos negócios. Sabemos que, se não houvesse outros entraves, como barreiras comerciais, burocracia e financiamento adequado, esse número teria crescido ainda mais", afirma o gerente do CIN-AM, Marcelo Lima.

    Apoio

    A preparação para atuar lá fora de maneira sustentada é fundamental. Por isso, em 2017, a Rede CIN conseguiu recursos da União Europeia, por meio do programa AL-Invest, para desenvolver um novo modelo de atendimento às empresas que buscam se internacionalizar, o Rota Global.

     Ao todo, no Amazonas, 14 empresas receberam planos de negócios customizados às suas necessidades para dar os passos necessários rumo ao comércio exterior. A maioria dos participantes são micros e pequenas empresas.

    Em breve, a metodologia do atendimento estará disponível em todos os estados do país. Recentemente, a CNI transferiu a governança do Rota Global para o Mdic, que será usado no Plano Nacional de Cultura Exportadora (PNCE). "Acreditamos que isso ajudará muito a organizar a estrutura de serviços oferecidos por diferentes instituições para apoiar a internacionalização", ressalta Marcelo Lima.

    Rodadas de negócios, cursos, programas de capacitação, consultoria e articulação de missões empresariais às grandes feiras também fazem parte das ações do CIN.

    *Com informações da assessoria

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