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    Editorial


    Amazonas vive um dos piores momentos em saúde, educação e segurança

    Na área de segurança, 55,2 mil pessoas já foram roubadas ou furtadas na capital amazonense em apenas nove meses

    Mais de 55,2 mil pessoas já foram roubadas ou furtadas na capital amazonense em apenas nove meses
    Mais de 55,2 mil pessoas já foram roubadas ou furtadas na capital amazonense em apenas nove meses | Foto: Divulgação

    Manaus - Mais de 55,2 mil pessoas já foram roubadas ou furtadas na capital amazonense em apenas nove meses. O caos na segurança pública do Estado não se resume a estatísticas de homicídios, estupros, estelionatos e latrocínios que ocorrem em Manaus ou no interior, mas vários jovens, crianças e adultos, a sociedade em geral (classe baixa, média ou alta), já teve algum bem subtraído por criminosos na cidade.

    Sempre há alguém vítima de algum crime nessa cidade e poucos tiveram algum resultado ou solução para seu problema em alguma delegacia ou Distrito Integrado de Polícia (DIP).

    Não adianta pagar milhões de reais a um consultor internacional para resolver um problema, se o Estado está vivendo um dos piores momentos na saúde, educação e assistência social.

    O pior disso tudo é jogar a culpa em outras gestões, se a pessoa participou de todo um processo político que existe há décadas. Quer pagar de santo? Vai resolver problemas? Na verdade, o eleitor amazonense precisa enxergar quem é quem nessa história toda.

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    Não muito distante desse imbróglio todo, de um lado, uma enxurrada de venezuelanos adentram diariamente o Amazonas, sem controle dos órgãos federais, judiciais ou estaduais.

    Na área administrativa, dispensa de licitações, concurso com indícios de fraude e sob investigação do Ministério Público do Estado do Amazonas. Uma gastança desenfreada do dinheiro público, com amigos ganhando salários exorbitantes, e muitas vezes sem fazer nada para o bem do povo.

    Do outro lado, a saúde está jogada as traças, basta ir em um hospital, Serviço de Pronto Atendimento (SPA), pronto-socorro ou qualquer outra unidade para ver que existem filas quilométricas, pessoas acamadas nos corredores e falta até de remédio. Fica só uma pergunta: Onde vamos parar?

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