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    Homem é preso por decretar toque de recolher após morte de comparsa

    Homem era "número dois" no tráfico de drogas em comunidade de BH e tinha mandado de prisão; ele apresentou documentos falsos para evitar prisão

    O grupo não reagiu à prisão, apesar de terem recebido ordens superiores para atirar contra os policiais.
    O grupo não reagiu à prisão, apesar de terem recebido ordens superiores para atirar contra os policiais. | Foto: Divulgação


    A Polícia Civil prendeu o traficante suspeito de decretar um toque de recolher após a morte de um outro envolvido com o tráfico de drogas na Vila Pinho, na região do Barreiro, em Belo Horizonte.

    Na madrugada desta sexta-feira (18), uma equipe da corporação cumpriu diversos mandados de prisão em um condomínio no bairro Parque Jardim Santanense, na cidade de Itaúna, a 76 km de Belo Horizonte. Além do traficante, outros dois homens e quatro mulheres foram presas. O grupo não reagiu à prisão, apesar de terem recebido ordens superiores para atirar contra os policiais.

    No local, foram encontrados aparelhos celulares, dois veículos, um deles clonado, porções de maconha, uma pistola e cerca de R$ 4.000 em dinheiro. Os policiais também encontraram dados da contabilidade do tráfico que apontam movimentações de quase R$ 200 mil.

    O suspeito de ordenar o toque de recolher já era investigado por homicídio e tráfico de drogas e tinha um mandado de prisão em aberto. Ele chegou a apresentar um documento falso para os policiais, mas, dessa vez, não conseguiu se livrar da prisão. Todos os suspeitos serão denunciados por tráfico e associação com o tráfico de drogas.

    Entenda o caso

    Na tarde da última quinta-feira (17), durante uma ação policial, o “número três” do tráfico na região da Vila Pinho foi morto durante uma troca de tiros em Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte. Em uma espécie de luto, o líder do grupo, que está na cadeia, e o irmão dele, que é o “número dois” do tráfico, ordenaram um toque de recolher, ameaçando comerciantes que não baixassem as portas e moradores da região.

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