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    Homicídio


    Em casa no Alvorada, amigos encontram corpo de homem em decomposição

    A vítima, segundo os amigos, estava há mais de 48 horas sem dar notícias. A porta do imóvel estava arrombado e os objetos foram revirados

    A vítima tinha 46 anos | Foto: Kennedson Paz

    Manaus – O corpo de Tiago Antônio de Oliveira Fraga, de 46 anos, foi encontrado, no domingo (1º), por volta de 17h, em uma residência localizado na rua 4, no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus. Conforme amigos da vítima, Tiago deixou de estabelecer contato desde a última sexta-feira (29), quando não respondeu mais as mensagens no celular.

    Conforme informações da vizinhança, os amigos da vítima chegaram ao apartamento, onde a vítima morava, e, em seguida, saíram chorando falando sobre o ocorrido.

    O relato dos amigos à polícia foi de pânico. Eles contaram que assim que chegaram no apartamento viram a porta arrombada e, ao entrarem, sentiram o mal cheiro. O corpo de Tiago estava seminu, no chão do imóvel e ao lado da cama. Os objetos na casa, conforme as testemunhas, estavam revirados.

    Uma equipe da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) foi acionada e, no local, encontravam a vítima com sinais de estrangulamento. Conforme informações do delegado Fábio Silva, o suspeito teria utilizado o cabo do ferro de passar para auxiliar no estrangulamento. O celular e o dinheiro da vítima não foram encontrados.

    Segundo relatos de uma vizinha, que preferiu anonimato, o homem era muito tranquilo e trabalhava demais. “Nós só víamos ele nos fins de semana, pois trabalhava bastante. Era um homem bem discreto, ninguém tinha reclamações sobre ele”, explicou a mulher lamentando a situação.

    Vítima estava seminua
    Vítima estava seminua | Foto: Divulgação

    Ainda conforme moradores, em certas ocasiões, durante o pouco tempo em casa, a vítima costumava receber visitas íntimas. No entanto, a identidade dos visitantes não foi divulgada até o momento.

    O corpo de Tiago foi encontrado em estado avançado de decomposição e foi removido do local por uma equipe do Instituto Médico Legal (IML). O caso deve ser investigado pela DEHS, que trabalha com duas linhas de investigação: assalto ou latrocínio.

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