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    Investigação


    Quem matou 'Baby'? É a pergunta que a polícia de Manaus quer responder

    Bárbara Bastos Galdino foi executada no dia 8 deste mês, em um ramal na comunidade Valparaíso, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus

    A mulher foi executada por ocupantes de um carro modelo Fiat Uno
    A mulher foi executada por ocupantes de um carro modelo Fiat Uno | Foto: Divulgação

    Manaus - A execução da ex-presidiária Bárbara Bastos Galdino, de 33 anos, conhecida como "Baby" ou "Loira", ainda é um mistério. Quem está por trás de uma morte cruel ou quem levou a mulher até a área de mata escura onde aconteceu o crime? Essas perguntas ainda não tiveram respostas, pois até o momento, nenhum suspeito de cometer o crime foi identificado. A informação foi repassada pela Polícia Civil do Amazonas, por meio de nota divulgada pela assessoria. 

    O crime foi realizado na noite do dia 8 deste mês, por volta das 19h30, no ramal do Areal, na comunidade Valparaíso, bairro Jorge Teixeira, Zona Leste da capital. A morte foi vista por testemunhas chaves, que estão ajudando a polícia a desvendar o caso

    De acordo com o delegado Charles Araújo, adjunto da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), até o momento, não há informações sobre possíveis suspeitos da execução. No entanto, as investigações apontaram o envolvimento dela com o tráfico de drogas. A polícia trabalha com a hipótese de acerto de contas.

    No dia do crime, testemunhas relataram que Bárbara foi deixada no local por ocupantes de um carro, modelo Fiat Uno. Em seguida, os assassinos efetuaram vários disparos na direção dela. Os suspeitos fugiram e o cadáver foi encontrado por moradores da área. Apesar do local ser escuro, eles informaram à reportagem que não era comum execuções no lugar.

    Bárbara pintou os cabelos para despistar a polícia e comandava o tráfico na zona Sul
    Bárbara pintou os cabelos para despistar a polícia e comandava o tráfico na zona Sul | Foto: Divulgação

    "Baby" ou "Loira"  já tinha uma passagem por tráfico de drogas e cumpria prisão domiciliar. Ela gostava de postar vídeos onde exaltava uma facção criminosa que atua no Estado. Há informações de que ela gerenciava um ponto de venda de drogas no bairro Glória, na Zona Oeste de Manaus. O caso continua sendo investigado pela DEHS.

    Ajude a Polícia Civil

    Qualquer informação sobre os criminosos pode ser repassada pelos telefones 181 ou 190. A sua identidade será resguardada pela polícia.

    "Baby" gravou um vídeo fazendo apologia a uma facção criminosa e falando palavrões | Autor: Divulgação
     

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