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    Presidente Figueiredo


    Segurança de 'João Branco' está entre mortos de chacina em sítio no AM

    O homem já havia sido preso, em fevereiro de 2017, junto com o narcotraficante na fronteira do Brasil com a Venezuela

    A chacina ocorreu na madrugada deste domingo em um sítio no distrito de Balbina
    A chacina ocorreu na madrugada deste domingo em um sítio no distrito de Balbina | Foto: Divulgação

    Presidente Figueiredo - Entre as vítimas fatais da chacina ocorrida na madrugada deste domingo (18) em um sítio, localizado no 50, da rodovia AM-240- que dá acesso ao distrito de Balbina - em Presidente Figueiredo (município distante 117 km de Manaus), a equipe de investigação da Delegacia Especializada em Homicídio e Sequestros (DEHS) informou que está Alexandre de Oliveira Lemos, de 36 anos, o “Gordinho”, que já foi preso em 2017 na fronteira do Brasil com a Venezuela junto com o narcotraficante João Pinto Carioca, o "João Branco", segundo a polícia. 

    Além de Alexandre, outros dois homens também foram baleados e morreram. Um jovem de 22 anos foi transferido para atendimento médico em Manaus, mas não há informações sobre o estado de saúde dele.

    Alexandre de Oliveira Lemos, o "Gordinho"
    Alexandre de Oliveira Lemos, o "Gordinho" | Foto: Divulgação/Polícia Civil

    Histórico de prisões

    No dia 6 de julho de 2017 Alexandre foi preso, juntamente com outros seis homens em um bar na rua Graciliano Ramos, na comunidade Novo Reino, bairro Tancredo Neves, Zona Leste da capital. Na época, com o grupo foi apreendido uma arma calibre ponto 40 e um revólver calibre 38.

    O então delegado do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), Dennis Pinho, informou que Alexandre já havia sido preso no dia 25 de fevereiro do mesmo ano e era quem fazia a segurança do narcotraficante João Branco. 

    No momento da prisão, a equipe policial afirmou que o grupo ostentava no local (bar). 

    Alexandre era apontado pelo polícia como segurança de João Branco
    Alexandre era apontado pelo polícia como segurança de João Branco | Foto: Divulgação

    Chacina

    Segundo um investigador, que não quis se identificar, duas das vítimas da chacina morreram no sítio e uma foi socorrida e levada para o hospital de Presidente Figueiredo, mas chegou morta na unidade de saúde. A quarta vítima, um jovem de 22 anos, foi transferida para um hospital da capital, mas não há informações sobre o estado de saúde.

    Ainda segundo informações preliminares repassadas pelo investigador, por volta das 3h, homens armados invadiram o sítio, em carros, e fizeram dezenas de disparos no local. Os suspeitos roubaram celulares das vítimas e de outros familiares que estavam no sítio, e fugiram sem ser identificados. A motivação dos crimes ainda é investiga pela Polícia Civil. 

    Edição: Isac Sharlon


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