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    Notas de Contexto


    'Favas contadas', diz Bosco Saraiva, sobre adiamento de eleições

    De acordo com o deputado federal Bosco Saraiva (SD), o adiamento das eleições municipais deste ano já pode ser considerado “favas contadas”, com o assentimento das mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado. Veja essa e outras notas da Contexto:

    | Foto: divulgação

    De acordo com o deputado federal Bosco Saraiva (SD), o adiamento das eleições municipais deste ano já pode ser considerado “favas contadas”, com o assentimento das mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado.

    “O ponto principal do atual debate sobre o adiamento das eleições é a realização do pleito no mês de dezembro, com o segundo turno acontecendo no dia 20 daquele mês”, comenta o parlamentar, explicando que a pandemia do novo coronavírus forçou o adiamento da batalha de votos.

    “Não estamos tratando de cancelamento das eleições, mas tão somente do seu adiamento dentro deste ano eleitoral de 2020 e, portanto, os fundos previstos para financiamento de partidos e eleições devem ser mantidos conforme a regra legal prevê”, assinala Bosco.

    O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), prevê o primeiro turno das eleições para 15 de novembro ou 6 de dezembro.

    PIM seguro

    Muitas empresas que retomaram suas atividades no PIM realizam rigoroso acompanhamento dos seus funcionários para não permitir contaminação pela covid-19 que possa provocar nova paralisação das linhas de produção.

    Empresa do polo de duas rodas, a Ducat, para voltar às suas atividades na semana passada, submeteu 46 funcionários a testes rápidos, sendo que 30% testaram positivo, embora não apresentassem sintomas. Todos estão sob observação.

    Aleam sem recesso

    A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa analisa propostas dos deputados Belarmino Lins (PP), Joana Darc (PL) e João Luiz (Republicanos) pedindo o cancelamento do recesso parlamentar de julho, por conta da pandemia do novo coronavírus.

    A casa caminha para estabelecer simetria com o Congresso Nacional, que já decidiu pela suspensão do recesso entre 16 e 31 de julho, mantendo as atividades virtuais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal durante o período.

    A medida foi possível mediante acordo estabelecido entre as lideranças partidárias com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

    Arranca-rabo

    A reunião virtual de ontem da Assembleia Legislativa protagonizou mais um capítulo do arranca-rabo entre os dois principais deputados da Mesa Diretora: Josué Neto (PRTB) e Alessandra Campêlo (MDB), respectivamente presidente e primeira vice-presidente.

    O tempo fechou quando Josué se recusou a conceder “Questão de Ordem” à parlamentar no final do Pequeno Expediente. O pedido só foi atendido no Grande Expediente, quando a deputada emedebista desferiu violentos ataques ao presidente, acusando-o de desrespeitar o Regimento Interno da Aleam.

    Judicialização

    “Josué é um ditadorzinho, um mau caráter, a Aleam virou terra sem lei, é uma extensão da sala da casa do presidente, que só é valente contra as deputadas mulheres, mas não contra os homens”, atacou Alessandra, prometendo judicializar sua briga com Josué nos próximos dias.

    O deputado-presidente disse que responderá aos ataques da parlamentar em documento que distribuirá a cada deputado e à imprensa.

    Os dois não se entendem desde que Josué virou oposição e tentou emplacar um processo de impeachment contra o governador Wilson Lima no Parlamento Estadual.

    Felipe recua

    Após discurso intempestivo no pequeno expediente virtual da Aleam, ontem, o deputado Felipe Souza (Patriota), voltou atrás e decidiu não retirar mais o seu nome da CPI da Pandemia.

    No discurso, Felipe chegou a acusar Josué Neto de “querer fazer manobras” para dar perfil oposicionista à CPI, mas, uma hora depois, explicou que seu inconformismo não significava desistir da Comissão de Inquérito que, no seu entender, deve prosseguir.

    Internautas criticam

    Enquanto rolava a reunião virtual da Aleam no Youtube, internautas criticavam o festival de baixarias distribuídas on-line à população pelos parlamentares estaduais.

    “Eles se comportam como se não tivessem responsabilidade nenhuma com a pandemia”, escreveu um. “Esses deputados são zero à esquerda, só produzem baixarias”, desabafou outro.

    Belão assume UPM

    Com a renúncia do deputado Léo Barbosa, de Tocantins, pré candidato à Prefeitura de Palmas, o deputado estadual Belarmino Lins (PP) assumiu a Presidência do Bloco Brasileiro da União de Parlamentares Sul Americanos e do Mercosul (UPM).

    A entidade internacional divulgou a notícia após reunião por videoconferência realizada na tarde de quarta-feira (20), entre os membros da Diretoria do Bloco. A reunião foi presidida pelo deputado Kennedy Nunes, de Santa Catarina, presidente do Conselho Deliberativo da UPM, que acatou a renúncia de Léo Barbosa e empossou Belarmino Lins, de acordo com as normas estatutárias da entidade.

    Toma lá, dá cá

    Em clima de paz, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu ontem, por videoconferência, com governadores, para definir novas metas de combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Presentes o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

    Em troca da sanção do projeto de ajuda aos estados, Bolsonaro pediu aos governadores que apoiassem alguns vetos à matéria, sobretudo os que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público durante a pandemia.

    Wilson comemora

    Um dos gestores que elogiaram a reunião virtual com Jair Bolsonaro, o governador Wilson Lima disse que o Amazonas poderá abocanhar R$ 1 bilhão.

    O recurso será importante para o Estado manter o equilíbrio fiscal e compensar as perdas de receita dos últimos meses de luta contra a covid-19.

    Reinserção social

    Com o veto governamental derrubado na última quarta-feira, passa a valer o projeto de Lei de autoria do deputado Adjuto Afonso (PDT) que propõe a política estadual de reinserção social e profissional para os dependentes químicos de substâncias ilícitas recuperados com o apoio do poder público.

    O projeto tem como objetivo principal criar políticas públicas voltadas a incentivar esses indivíduos a se reintegrarem no mercado de trabalho, assim como dar apoio psicossocial para que se sintam novamente produtivos e tenham uma vida independente, no exercício do trabalho remunerado e distante da cena da droga.

    Usina de castanha

    Iniciativa do Governo do Estado, via Sistema Sepror, o município de Tapauá, no Vale do Purus, vai ganhar sua primeira usina de beneficiamento de castanha-do-brasil (castanha-do-Pará). Trata-se da Abufari Produtos Amazônicos.

    A capacidade inicial de produção prevista é de até 80 toneladas de castanha desidratada no primeiro ano de atividade. Com mais de R$ 1 milhão de investimentos, a usina vai gerar 70 empregos diretos e indiretos, devendo ser inaugurada no segundo semestre deste ano.

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