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    Redução de taxas


    Senador defende redução das taxas do cartão de crédito

    Na opinião do líder Eduardo Braga, que vem cobrando há tempos a redução das taxas do rotativo do cartão de crédito no Brasil

    limitação de juros do rotativo do cartão de crédito por quatro meses | Foto: Divulgação/Senado

    Manaus - Em documento assinado pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga e pelo presidente do partido, deputado Baleia Rossi, pontuou diversas urgências para garantir que os cidadãos tenham segurança nesse tempo de crise. Uma delas é a redução dos juros do rotativo de cartões de crédito.

    De acordo com o documento, pede que tenha a limitação de juros do rotativo do cartão de crédito por quatro meses, a exemplo da redução dos juros do cheque especial, promovida pelo Banco Central. Na opinião do líder Eduardo Braga, que vem cobrando há tempos a redução das taxas do rotativo do cartão de crédito no Brasil, essa é uma medida que precisa ser adotada com urgência. “Essas taxas são extorsivas e injustificáveis, ainda mais num momento em que os brasileiros deverão atravessar dificuldades financeiras ainda mais severas", afirma senador.

    O líder do MDB lembra também que o número de desempregados - hoje por volta de 12 milhões – deve se multiplicar nos próximos meses, exigindo urgência no socorro financeiro por parte do governo.  A sugestão, segundo ele, é dar acesso ao seguro-desemprego para esses trabalhadores de forma célere e sem burocracias.

    Apoio fundamental, ainda, seria a concessão de um benefício mensal de R$ 350, ao longo de três meses, para trabalhadores autônomos, informais e microempreendedores individuais – a proposta do governo é pagar R$ 200 mensais para quem está na informalidade. Para controlar e executar a distribuição dos benefícios da renda mínima, a sugestão do MDB é criar um cadastro único de auxílio pandemia, no âmbito da Previdência Social.

    Fundamental também, no entender do partido, é a regulamentação, pelo Banco Central, de medidas de suspensão e repactuação de dívidas das empresas que vencerem nos próximos seis meses, tanto junto a bancos públicos como a bancos privados.  “Socorrer as empresas, particularmente as de menor porte, é medida vital para evitar demissões em massa e garantir minimamente a atividade produtiva”, alerta o senador Eduardo.


    *Com informações da assessoria.

     

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