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    Retorno às aulas


    Escolas particulares se unem para comprar EPIs contra Covid-19

    Visando a volta às aulas as instituições resolveram fazer compras coletivas de produtos de proteção contra a doença

    Serão adquiridos serviços de sanitização de ambiente, além diversos produtos, entre eles, termômetros, luvas, álcool em gel 70%, entre outros
    Serão adquiridos serviços de sanitização de ambiente, além diversos produtos, entre eles, termômetros, luvas, álcool em gel 70%, entre outros | Foto: Divulgação

    Manaus - Com as aulas presenciais da rede privada previstas para retornarem no dia 6 de julho, as instituições de ensino associadas ao Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM) uniram-se para investir na aquisição de serviços, produtos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A compra coletiva representa um investimento mais barato aos estabelecimentos, que vão adotar itens indispensáveis para evitar o contágio da Covid-19.

    Serão adquiridos serviços de sanitização de ambiente, além diversos produtos, entre eles, termômetros, luvas, álcool em gel 70%, óculos e máscaras que serão utilizados por alunos, professores e funcionários das instituições.

    “Conseguiremos superar esse difícil momento com a união de esforços. O Sinepe-AM está fazendo sua parte, dando o suporte às associadas para que sigam à risca os protocolos e não mediremos esforços para proteger todos os membros da comunidade escolar”, destaca a presidente do Sinepe-AM, Elaine Saldanha.

    Cartilha

    A entidade elaborou, no último mês, uma cartilha que orienta as suas associadas sobre as providências a serem tomadas e os cuidados necessários para a reabertura dos serviços. Medidas de distanciamento de, no mínimo, 1,5 metro entre os alunos, durante as atividades em sala de aula, higienização e limpeza dos ambientes, além de serviço de triagem nas áreas de acesso, fazem parte do plano estratégico criado pelo Sinepe-AM.

    Grupos de risco

    Já os alunos que fazem parte do grupo de risco – como transplantados, cardíacos, hipertensos ou portadores de outras comorbidades –, continuarão sendo atendidos pelas instituições através do ensino remoto. Professores e demais profissionais das instituições que se enquadram nesse grupo também permanecerão afastados durante o período que for necessário.

    “Também estamos orientando que seja feita uma triagem para acesso às escolas”, afirmou. A ideia, de acordo com Elaine Saldanha, é detectar, logo na entrada, alunos que apresentarem sintomas de Covid-19. Se houver, ficarão em um ambiente isolado até a chegada dos pais ou responsáveis. “Além disso, as escolas deverão notificar imediatamente os órgãos de saúde, caso algum funcionário ou aluno apresente sintomas da doença, para que possa receber o atendimento necessário”, disse a presidente do Sinepe-AM.

    A orientação do sindicato é a retomada em escalonamento das atividades, dependendo de realidade de cada instituição. “Nossa sugestão é que, neste início, as instituições façam o ensino híbrido, que combina aprendizado online com o presencial”, ressaltou a vice-presidente do Sinepe-AM, Laura Cristina.

    Além disso, Laura informa que outra estratégia que o sindicato tem aconselhado é a adoção de um sistema de escalas, de revezamento de turnos e alterações de jornadas, para reduzir fluxos, aglomerações e contatos de alunos, educadores e demais funcionários das instituições.


    Com informações da assessoria

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