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    Operação Gratidão


    Vídeo: pacientes de Rondônia são transferidos para Manaus

    Inicialmente, o Amazonas dispõe de oito leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados à pacientes vindos de Rondônia e Acre, por meio da Operação Gratidão

    Pacientes transferidos de Rondônia para Manaus | Autor: Semcom
     

    Manaus (AM) -  Dois pacientes de Rondônia, sendo um homem e uma mulher, chegaram a Manaus e foram encaminhados ao Hospital Delphina Aziz, referência em casos de Covid-19, na madrugada desta terça-feira (16). A transferência é fruto de uma parceria entre governos de Rondônia e Amazonas.

    De acordo com a assessoria, o Amazonas está recebendo pacientes com Covid-19 vindos de outros estados, por meio da Operação Gratidão, em reconhecimento a ajuda que o Estado recebeu de outros estados, na ocasião da fase Roxa, em que viveu a segunda onda da doença, nos meses de janeiro e fevereiro, quando 542 pessoas precisaram ser transferidas para outras localidades do país

     

     A transferência é fruto de uma parceria entre governos de Rondônia e Amazonas.
    A transferência é fruto de uma parceria entre governos de Rondônia e Amazonas. | Foto: Arthur Castro/Semcom

    Rondônia e Acre

    Neste primeiro momento, o Estado oferta oito leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender pessoas vindas de Rondônia e do Acre.

    Anteriormente, outras duas pessoas vindas de Porto Velho (RO) chegaram a Manaus, no primeiro fim de semana de março, durante uma ação emergencial realizada enquanto o Amazonas se preparava para iniciar, de fato, a Operação Gratidão.

    Conforme a SES, além do Delphina Aziz, serão disponibilizados leitos no Hospital Nilton Lins, no Hospital da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado e no Pronto-Socorro Platão Araújo.

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    Operação Gratidão

    A assessoria informou ainda que SES-AM definirá um Mapa Diário de Leitos da Operação Gratidão com a quantidade de leitos disponíveis na rede, o número de remoções em andamento dentro do Estado, o número de pacientes locais aguardando remoções, o saldo remanescente e os leitos disponibilizados para pacientes de fora.

    O cálculo também prevê reserva técnica, ou seja, nem todos os leitos remanescentes devem ser usados.

    O Estado também prevê a oferta de leitos clínicos para pacientes leves e moderados, mas sempre levando em consideração a taxa de ocupação de UTI.

    Equilíbrio

    Ainda de acordo com a assessoria do Governo do Amazonas, passada a fase mais aguda da pandemia, o Amazonas voltou a ampliar leitos e agora a rede hospitalar encontra-se em equilíbrio.

    A  partir do final de janeiro, 225  leitos, dos quais 75 de UTI, foram ativados nos hospitais de referência para a Covid-19 em Manaus.  Com isso, foi possível reforçar as transferências,  principalmente do interior para a capital.

    Antes de iniciar a Operação Gratidão, a secretaria montou um plano operacional para agilizar as remoções do interior para a capital, com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB).

    * Com informações da assessoria do Governo do Amazonas.

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