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    A casa caiu: Bruno 'Gringo' chefe do tráfico no igarapé do 40 é preso

    O nome de Bruno é citado e investigado em vários crimes ligados à FDN

    Manaus - Acusado de triplo homicídio e ligado aos chefes da facção criminosa Família do Norte (FDN), o traficante líder da área do Igarapé do 40, na Zona Sul da capital, Bruno Ferreira Moreno, de 28 anos, o "Bruno Gringo", foi apresentado na manhã desta terça-feira (17) após um desdobramento da operação Constantinópolis da Polícia Civil. 

    Em posse de Bruno foram encontradas uma pistola 380, com oito munições, e um revólver calibre 38, com três munições, além de 300 trouxinhas de oxi e aproximadamente 300 gramas de cocaína. 

    O nome do traficante é citado e investigado em vários crimes ligados à FDN, além de ser apontado como participante de vários homicídios e disputas pelo domínio de bocas de fumo na Zona Sul da cidade, conforme destacou o diretor do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), delegado Guilherme Torres.

    “Bruno Gringo é ligado ao Zé Roberto e ao João Branco e recebeu de presente a área, como um ‘brinde’ após ordenar os ataques e tiroteios na região, no ano passado”, explicou Torres.

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    Bruno estava escondido em uma casa na Zona Norte
    Bruno estava escondido em uma casa na Zona Norte | Foto: Divulgação

    Além do triplo homicídio pelo qual está sendo acusado e foi preso, Gringo também é apontado como mandante dos tiroteios ocorridos na região do Igarapé do 40 no final do ano passado.

    De acordo com o delegado titular do DRCO, a prisão do homem ocorreu nesta segunda (16), em um desdobramento da Operação Constantinópolis, deflagrada em fevereiro, quando foram presas quatro pessoas.

    Bruno estava escondido em uma casa no Conjunto Boas Novas, na Zona Norte de Manaus, onde, afirmou Torres, levava uma vida tranquila em uma casa luxuosa. “Ele passeava com a namorada nos shoppings e estava levando uma vida boa”, disse.

    Sobre a operação, o titular do DRCO afirmou que as investigações a respeito de Gringo iniciaram desde fevereiro, na primeira fase da operação, quando foi realizado um mandado de busca e apreensão na casa em que morava o pai de Bruno. Na ocasião, outras quatro pessoas foram presas. Apesar disso, o delegado insistiu e prosseguiu com as investigações, que levaram à prisão de Bruno.

    “Na primeira fase da operação, que tinha como foco o traficante Nariz, o Gringo não foi preso porque não estava na casa do pai. Continuamos a investigação e conseguimos localizá-lo”, conclui Torres. 

    Edição: Isac Sharlon

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