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    Amazonas


    Seap esclarece processos contratuais do sistema prisional na ALE-AM

    A reunião foi realizada na sala da presidência da Comissão e teve como objetivo o esclarecimento técnico a respeito dos dados da Seap

    Ao final do encontro, o secretário da Seap afirmou que o governo tem compromisso com a transparência e todos os serviços de administração penitenciária
    Ao final do encontro, o secretário da Seap afirmou que o governo tem compromisso com a transparência e todos os serviços de administração penitenciária | Foto: Divulgação

    Manaus - O secretário de Estado de Administração Penitenciária, tenente-coronel Marcus Vinícius Oliveira de Almeida, esclareceu, na manhã desta quinta-feira (21), durante a reunião na Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), que não existem novos contratos da Seap com a empresa Umanizzare, somente os vigentes e os aditivos previstos no projeto básico.

    Almeida ressaltou que o novo governo já assumiu com dois contratos vencidos em dezembro de 2018, o que motivou a realização de contratos emergenciais com as empresas Embrasil Segurança e a RH Multi, uma vez que se tornou imperativo tal medida, tendo em vista a necessidade da manutenção dos serviços prisionais nas unidades Penitenciária Feminina de Manaus (PFM) e no Centro de Detenção Provisório Manaus II (CDPM II).

    A reunião foi realizada na sala da presidência da Comissão e teve como objetivo o esclarecimento técnico a respeito dos dados da Seap. O deputado Cabo Maciel, presidente da Comissão, destacou a presença do secretário da Seap para prestar informações e esclarecer dúvidas dos parlamentares referentes aos contratos e serviços prestados pelas empresas de cogestão do sistema prisional.

    Ao final do encontro, o secretário da Seap afirmou que o governo tem compromisso com a transparência e todos os serviços de administração penitenciária são prestados de forma legal. Marcus Vinícius Almeida informou que os contratos com a Umanizzare foram firmados na gestão passada e encerram em junho deste ano.

    “A intenção é contratar um instituto que possa nos auxiliar na busca da redução de custos. A meta do Governo é entregar muito mais com menos”, afirmou.

    *Com informações da assessoria

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