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    Aeroportos do Amazonas


    Governo discute melhoria da estrutura dos aeroportos do interior do AM

    Potencialidades indicadas pelo governo do Amazonas para explorar o turismo no Estado incluem a exploração de silvinita e a pesca esportiva

    Vice-governador salientou que os investimentos em logística devem ser iniciados assim que possível | Foto: Divulgação/Secom

    Manaus - O Governo do Amazonas vai identificar a infraestrutura dos aeroportos do interior do Estado e que tipo de parcerias e investimentos são necessários para melhorar esses locais para o recebimento de linhas regulares. O objetivo é ampliar a integração dos municípios pela malha aérea, com foco no desenvolvimento social e econômico, prioridade do Governo Wilson Lima.

    Nesta quinta-feira (4), o governador em exercício, Carlos Almeida, reuniu os secretários de Planejamento (Seplancti), Jório Veiga, e de Infraestrutura (Seinfra), Carlos Henrique Lima, e com os titulares da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Roselene Medeiros, e da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, para tratar do tema.

    "O isolamento do interior é histórico, afeta os municípios de diferentes formas e precisamos ampliar essa integração, com Manaus e o restante do País". Segundo Carlos Almeida, o governador Wilson Lima entende que é preciso conciliar a necessidade de melhorar a infraestrutura de aeroportos com o planejamento do Estado para desenvolver novas matrizes econômicas, estratégia que otimizará o uso de recursos do Estado.

    É o caso da reserva de silvinita do Amazonas, uma das maiores do mundo. O levantamento mais atual revela que a reserva no município Autazes pode produzir potássio, fundamental para a agricultura, por 30 anos. De todo potássio que o Brasil consome, 70% é importado.

    No turismo, a pesca esportiva é um dos produtos que tem potencial muito maior do que o explorado atualmente pelo Estado. A atividade atrai turistas de outras regiões brasileiras, como Sudeste e Centro-Oeste; e de outros países, principalmente dos Estados Unidos. O segmento movimenta cerca de 16 mil turistas por ano, com cada gastando em torno de R$ 6 mil por pacote, de cinco a seis dias.

    Logística

    Carlos Almeida afirma que os investimentos em logística para desenvolver as potencialidades naturais do Amazonas devem ser iniciados assim que possíveis porque os resultados são sentidos no médio e longo prazos. “No caso de aportes maiores de recursos, o faremos quando as finanças do Estado permitirem’’, pondera.

    Em muitos casos, o investimento necessário para o aeroporto ser homologado pela agência reguladora do setor, a Anac, é pequeno, e pode ser feito em parceria com as prefeituras: são construção de muro, serviço permanente de capinação, sinalização vertical da pista de pouso e decolagem, implantação de estação meteorológica e/ou de brigada de incêndio com carro pipa.

    Ciclo virtuoso

    O presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, destaca o ciclo virtuoso que a melhora da estrutura dos aeroportos gera. "As melhorias vão contribuir para quem opera no Estado, para a população e o fomento de negócios, proporcionando ganhos para toda a economia do Estado", ressalta o presidente da Abear. 

    *Com informações da Assessoria

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