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    Denúncia


    Família de paciente denuncia descaso no HPS João Lúcio em Manaus

    A família de uma paciente de Presidente Figueiredo diz que a mulher precisa ser operada com urgência de um tumor cerebral, no entanto foi colocada numa fila de espera, em razão do hospital não ter condições de atendimento

    Francisca descobriu o tumor recentemente e está internada esperando cirurgia há uma semana
    Francisca descobriu o tumor recentemente e está internada esperando cirurgia há uma semana | Foto: Divulgação

    Manaus  - A família de uma moradora de Presidente Figueiredo, distante 128 quilômetro de Manaus, dona de casa, Francisca Ferreira dos santos, de 29 anos, procurou o Portal Em Tempo para denunciar o Hospital e Pronto Socorro Dr. João Lúcio Pereira Machado, localizado na Zona Leste da capital. Segundo a irmã da paciente, que trabalha como encarregada de serviços gerais em um supermercado naquele município, Sandra Ferreira, a mulher foi transferida para a unidade hospitalar em Manaus, no último sábado (29), com fortes dores na cabeça. 

    Tumor celebral 

    A família conta que Francisca tem um tumor cerebral descoberto recentemente. “Minha irmã descobriu em fevereiro desde ano que tinha esse tumor, no próprio HPS João Lúcio. O médico que realizou a consulta afirmou que o câncer já existia dentro dela há quase 14 anos. Desde então, estamos tentando realizar os exames solicitados. No sábado, ela passou mal e viemos para Manaus”, disse a irmã. 

    Durante o período de tratamento, após a descoberta da doença, Francisca estava ingerindo a medição prescrita. “Ela começou o tratamento, que segundo o médico iria desfazer o tumor. Nesse curto espaço de tempo, as dores de cabeça e crises aumentaram”, contou Sandra. 

    Cirurgia precisa ser feita com urgência

    Ao chegar ao hospital, a única informação que a família obteve dos médicos, é que o caso estava grave e que precisava operar com urgência, mas que estavam esperando chegar alguns equipamentos. “A minha irmã está internada e precisa fazer a neurocirurgia. Os médicos esperavam a chegada de equipamentos, mas depois disseram que não poderiam operar porque havia muita gente na fila de espera ”, reclamou com indignação.

    “Minha irmã está em um leito e tem crises de convulsão todos os dias. O último laudo afirmou que o tumor havia crescido. Agora, a única coisa que fazem é dopá-la para poder dormir. Até agora estamos esperando a cirurgia, mas disseram que há 15 pessoas na frente dela ”, concluiu a parente da paciente.

    Susam

    Em nota a Secretaria de Estado de Saúde  informou que a paciente deu entrada na unidade no último dia 30 de junho  e que está sob acompanhamento da equipe médica. Ainda de acordo com a nota, a paciente precisará passar por novos exames e avaliação para o fechamento do diagnóstico. Em caso de indicação cirúrgica, a Susam informou que a prioridade da unidade de urgência e emergência segue critérios de classificação de risco. 

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