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    Em Manaus, encerra o ciclo de palestras sobre suicídio, da Zona Leste

    Professores da rede pública recebem orientação para ajudar alunos em situações de risco

    O objetivo das palestras foi orientar os educadores quanto ao tema e identificar alunos que passam pela situação de risco
    O objetivo das palestras foi orientar os educadores quanto ao tema e identificar alunos que passam pela situação de risco | Foto: Cleomir Santos / Semed

    Manaus - A Prefeitura de Manaus encerrou nesta quinta-feira, 1º/8, o ciclo de palestras sobre suicídio voltado para os pedagogos da rede municipal de ensino. O encerramento ocorreu na escola municipal Themístocles Pinheiro Gadelha, no Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus, e contou com a participação de 22 profissionais da Divisão Distrital Zonal (DDZ) Leste 2. 

    No total, foram realizadas seis palestras para 200 pedagogos das DDZs Sul, Centro-Sul, Norte, Oeste e Leste1.

    O ciclo iniciou no dia 14 de maio. O objetivo foi orientar os profissionais da educação quanto ao tema e oferecer condições para identificar alunos que passam pela situação de risco. A atividade foi organizada pela Divisão de Apoio à Gestão Escolar (Dage) com o apoio do Núcleo de Parcerias Institucionais (Nupi).

    “A equipe diretiva das escolas deve estar apta a detectar de forma preventiva os sinais, caso surja a possibilidade de algum aluno estar passando por situação que o leve a tal atitude. O tema é abordado com muita cautela e estudo”, explicou o assessor pedagógico da Dage, Ricardo Simões.

    As palestram ficam por conta da psicóloga Nazaré Mussa
    As palestram ficam por conta da psicóloga Nazaré Mussa | Foto: Cleomir Santos / Semed

    A palestrante, a psicóloga Nazaré Mussa, disse que é muito importante ter sempre um olhar atento e saber identificar os principais sintomas que podem levar ao suicídio, como depressão, baixa autoestima, problemas psiquiátricos, abusos de substâncias, bullying e fatores do cotidiano.

    “É preciso ter um olhar específico, cada caso é um caso e não podemos generalizar. É necessário identificar a mudança de comportamento da pessoa, o isolamento é um dos fatores principais e os pais ou responsável devem se aproximar e demonstrar muito amor e nunca desmerecer ou diminuir o indivíduo em questão”, disse a psicóloga. 

     Para a pedagoga da escola municipal Rosa Sverner, Cláudia Leitão, declarou que este tema é importante para todos.

    “Infelizmente, este assunto está cada vez mais se tornando comum. Muitos jovens pensam em tirar a própria vida e muitas vezes tudo está relacionado com a crise familiar, por isso é importante que os pais participem, para que eles entendam que os filhos sentem a dor de uma separação ou desprezo dos mesmos”, compartilhou Cláudia.


    *Com informações da assessoria


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