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    Transporte Público


    "O Sinetram não manda em nada" diz prefeito de Manaus sobre transporte

    Arthur Neto salientou que após a intervenção da prefeitura de Manaus nas finanças das empresas de transporte público, o Sinetram passou a fazer um “jogo de boicote”

    Em relação à previsão para a normalização da quantidade de ônibus, o prefeito não disse uma data
    Em relação à previsão para a normalização da quantidade de ônibus, o prefeito não disse uma data | Foto: Divulgação

    Manaus - O prefeito de Manaus, Arthur Neto, afirmou nesta quarta-feira (18) que irá equilibrar as finanças do transporte coletivo em Manaus e disse que Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) vai ter direito a R$ 1,5 milhão para realizar administrações burocráticas, ao invés de R$ 4 milhões. A declaração ocorreu durante coletiva de imprensa, ao ser questionado sobre a paralisação de 20% da frota de ônibusem Manaus.

    Arthur Neto salientou que após a intervenção da prefeitura de Manaus nas finanças das empresas de transporte público, o Sinetram passou a fazer um “jogo de boicote” por conta da determinação. “Eu vou até as últimas consequências para entregar o transporte público mais equilibrado” disse o prefeito.

    Em relação à previsão para a normalização da frota disponibilizada, o prefeito disse não ter uma data, definida, mas frisou que o Sinetram não tem autonomia para tal decisão. “O Sinetram não manda em nada. Ele é a rainha da Inglaterra”, ironizou Arthur Neto.

    A reportagem entrou em contato com o Sinetram e aguarda o posicionamento do órgão.

    Sobre a paralisação

    A frota de ônibus tem circulado em Manaus de forma reduzida, desde segunda-feira (16).

    Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), a paralisação de 16% dos ônibus ocorre pela falta de diesel para abastecimento dos veículos.

    A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), informou que repassa semanalmente os valores para a compra de combustíveis às empresas. Ainda não há previsão para normalização do transporte público na capital. 

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