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    Campanha


    Cirurgias de Fissuras Labiopalatinas serão realizadas durante campanha

    Os procedimentos serão realizados durante a 5ª Campanha Nacional de Fissuras Labiopalatinas, que acontece de (30) de setembro a (4) de outubro

    Os procedimentos vão ser feitos pela manhã e pela tarde no Hospital Dr. Fajardo
    Os procedimentos vão ser feitos pela manhã e pela tarde no Hospital Dr. Fajardo | Foto: Reprodução

    Manaus - Pacientes com fissura labiopalatina em acompanhamento na rede pública de saúde passam, na próxima quarta-feira (25), a partir das 8h, por triagem para a realização de cirurgias de correção no Hospital Infantil Dr. Fajardo, unidade de referência da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), localizado na avenida Joaquim Nabuco, no Centro de Manaus. Os procedimentos serão realizados durante a 5ª Campanha Nacional de Fissuras Labiopalatinas, que acontece de 30 de setembro a 04 de outubro.

    De acordo com o diretor do hospital, Aly Ballut, a triagem é exclusiva para os pacientes de 0 a 17 anos, que estão pré-agendados, com exames pré-operatórios. Eles devem apresentar certidão de nascimento, cartão do SUS e Cartão de Vacina. “Esses procedimentos vão ser feitos pela manhã e pela tarde no Hospital Dr. Fajardo. A expectativa é de operar pelo menos 45 crianças em uma única semana”, disse.

    A campanha é realizada em parceria com a instituição filantrópica Smile Train. Os médicos cirurgiões fazem parte da ONG que está participando do mutirão em nove Estados, incluindo o Amazonas, e são os mesmos que realizam as cirurgias de rotina. A estrutura e material será disponibilizado pela unidade de saúde. 

    Na rotina da unidade, são realizadas cirurgias três vezes na semana – segunda, quinta e sexta-feira. Em média, são feitas três cirurgias por dia e no mutirão serão oito procedimentos. No ano passado, 218 crianças passaram pelo procedimento na unidade, que desde 2014 realiza esse tipo de cirurgia no Estado. 

    “As crianças que são operadas têm um resultado social muito bom, porque os colegas que trabalham aqui são muito competentes, não há problemas com o pós-operatório”, explicou o diretor.

    Segundo Ally Ballut, muitas pessoas desconhecem o serviço oferecido pela rede estadual de saúde, mas que a triagem vai beneficiar pacientes do interior do Amazonas, de Boa Vista e até mesmo de outro país, como é o caso da Guiana.

    *Com informações da assessoria

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