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    Desaparecimento


    Caso Erlon Gabriel: criança já está desaparecida há cinco dias

    Família e autoridades continuam a busca pelo menino, que desapareceu da frente da casa onde mora no dia 6 de fevereiro

    Principal hipótese levantada é a de sequestro | Foto: Divulgação

    Manaus - O desaparecimento do pequeno Erlon Gabriel, de apenas dois anos, completa nesta terça-feira (11) cinco dias de duração. A criança desapareceu na última quinta-feira (6), quando brincava em frente de casa, na rua 7 da comunidade União da Vitória, no bairro Tarumã-Açú, Zona Oeste de Manaus. Familiares, amigos e autoridades seguem na busca pelo paradeiro da criança, e pedem ajuda da população com informações que possam levar à localização do menino. 

    A mãe de Erlon, Maria Dias, relatou que o menino costumava brincar no local em frente à residência e que, em um momento de distração, desapareceu. A principal suspeita levantada por vizinhos da família de Erlon é que a criança tenha sido sequestrada. Testemunhas contaram à mãe que viram um carro preto descendo lentamente a rua e, após passar pela frente da casa da vítima, saiu em alta velocidade.

    Ministério participa das buscas

    O Ministério Público do Amazonas (MP-AM), por meio do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID), está auxiliando nas buscas pelo paradeiro da criança. De acordo com a promotora Lucíola Valois, Erlon foi cadastrado no banco de dados nacional de pessoas desaparecidas. O trabalho de busca atua em hospitais, Instituto Médico Legal (IML) e locais públicos com sistema de comunicação. O Aeroporto Eduardo Gomes, por exemplo, exibe a foto da criança nos monitores de TV de todo o local junto a imagem de várias outras pessoas desaparecidas.

    Família pede ajuda

    No último sábado (8), a tia do menino, Jaiane Oliveira, relatou ao EM TEMPO que a família vem recebendo vários trotes e informações falsas a respeito da localização de Erlon. Uma pessoa chegou a afirmar que tinha o menino em cativeiro e pedia a quantia de R$ 2 mil para devolvê-lo. "Mandavam foto de partes do corpo, pezinho, cabelo, olho. Disseram que se a gente não pagasse, ele ia sofrer", conta Jaiane. A polícia interveio no caso e apurou que se tratava de um golpe. 

    Família e amigos estão promovendo manifestações e buscas para trazer atenção ao caso. Na tarde desta segunda (10), fizeram um ato na Bola do Produtor, na avenida Autaz Mirim, Zona Leste da capital, para coletar informações e cobrar celeridade nas investigações.

    Informações

    Qualquer informação sobre o paradeiro da criança, pode ser informado por meio do telefone da Depca (92) 3656-7445 ou pelo celular dos familiares; (92) 99131-8119 ou (92) 9125-6869. 

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