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    Moradores da Colônia Santo Antônio reclamam de lixeira viciada

    Moradores da rua Marajoara, esquina com a rua Taraguá, bairro Colônia Santo Antônio, Zona Norte de Manaus não suportam mais conviver com lixo, sujeira e moscas, em uma lixeira viciada.

    Sem local próprio para colocar o lixo da comunidade, populares pedem lixeira do poder público | Foto: Naylene Freire

    Manaus - Moradores da rua Marajoara, esquina com a rua Taraguá, bairro Colônia Santo Antônio, Zona Norte de Manaus não suportam mais conviver com lixo, sujeira e moscas, em uma lixeira viciada. O local fica na esquina de uma igreja e na rua de uma escola municipal. O fato, além de causar mau cheiro e deixar à mostra a falta de higiene, atrapalha o fluxo de pedestres.

    De acordo com os moradores, anteriormente, existia uma lixeira estruturada no local, feita pelos próprios. Com o passar do tempo, essa lixeira desapareceu e, então, a partir disso, a população adquiriu o mau costume de jogar lixo no local. De acordo com eles, o caminhão de coleta de lixo só passa nas ruas principais e não nas adjacentes, como é o caso da rua Taraguá.

    O morador Carlos Alexandre Mota, que trabalha como serviços gerais, queixou-se sobre os problemas na comunidade. “O carro de lixo não passa nessas ruas adjacentes, apenas na principal. O moradores do final da ladeira precisam subir no horário certo para deixar o lixo, se perder a hora, já era. É um absurdo. O caminhão de coleta deveria passar em todas as ruas”, pontuou o morador.

    Moradores fazem protesto sobre lixeira a céu aberto
    Moradores fazem protesto sobre lixeira a céu aberto | Foto: Naylene Freire

    Segundo os moradores, eles já procuraram várias vezes os órgãos e nada foi resolvido. “Nossa revolta é porque esse problema é pequeno, quase insignificante, diante das dificuldades que a cidade enfrenta. Então, por que eles não resolvem? Assim  como o povo coloca governantes, o povo também tira.  Isso aqui é caminho de escola, todos os dias passamos no local com nosso filho e precisamos aturar isso. Quando chove, o lixo se espalha e fica pior. Fico imaginando, em cada suspiro que meu filho dá, quantas bactérias ele inala? Isso é problema de saneamento básico", defende. 

    Os moradores confiaram no Em Tempo para fazer a denúncia
    Os moradores confiaram no Em Tempo para fazer a denúncia | Foto: Divulgação

    Para o pedreiro Leonor de Souza Reis, morador da região a situação é inaceitável. “Não tem uma lixeira pública aqui no nosso bairro, olhem o nosso lixo na rua. É uma calamidade. Precisamos de ajuda, pedimos do prefeito que olhe por nós. Eu pago R$400  de IPTU, e porque não temos direitos? Cadê nosso dinheiro que pagamos para a prefeitura? Nossa comunidade está entregue as baratas”, questionou Leonor.

    Até o fechamento dessa matéria a Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulps) ainda não se posicionou sobre o assunto. 

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