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    Corredor ecológico


    'Maior obra viária jamais vista’, diz Arthur sobre parque Linear 2

    Para marcar a entrega da obra, Arthur Neto realizou a abertura para tráfego da última ponte do corredor, a que liga a rua João Câmara até a avenida Autaz Mirim

     

     Arthur Neto realizou a abertura para tráfego da última ponte do corredor, a que liga a rua João Câmara até a avenida Autaz Mirim
    Arthur Neto realizou a abertura para tráfego da última ponte do corredor, a que liga a rua João Câmara até a avenida Autaz Mirim | Foto: Divulgação

    Manaus - Uma das obras de maior impacto urbanístico, ambiental e social da gestão municipal foi entregue nesta quarta-feira (30), pelo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto.

    “Essa é certamente a maior obra viária jamais vista na cidade”, definiu o chefe do Executivo municipal, ao declarar concluído o parque Linear 2, uma parte importante do corredor ecológico do Mindu, que vai melhorar o escoamento do trânsito e beneficiar moradores das zonas Norte e Leste.

    Para marcar a entrega da obra, Arthur Neto realizou a abertura para tráfego da última ponte do corredor, a que liga a rua João Câmara até a avenida Autaz Mirim.

    “Uma ponte que marca essa ligação e marca o final da obra, agora temos um desafogo no trânsito e um belo corredor viário para Manaus usufruir”, resumiu o prefeito.

    Arthur ressaltou que a obra do corredor viário teve seu pontapé inicial com a construção da avenida Nathan Xavier, em 2013, permitindo que o condutor saia da avenida Governador José Lindoso, a conhecida avenida das Torres, seguindo até a avenida Autaz Mirim pelo corredor ecológico do Mindu.

    “Esta é uma obra longa, que foi feita com muito cuidado e que permite o condutor sair do bairro Novo Aleixo, passa pelo Mutirão e leva até ao bairro São José. Uma grande obra que marca a conquista das pessoas decentes dessas comunidades”, destacou o prefeito.

    Executada por meio do Programa de Recuperação Ambiental e Requalificação Social e Urbanística do Igarapé do Mindu (Promindu), a intervenção nasceu da necessidade de se implantar soluções ambientais corretas na área da bacia do igarapé do Mindu, interrompendo um ciclo de vários anos de ocupação irregular em áreas de preservação permanente.

    “Fruto de um empréstimo com a Caixa Econômica Federal, um dinheiro que encontrei quando cheguei ao governo e que não tinham tocado, não sei o motivo. Recebi uma prefeitura endividada, mas tinha esse dinheiro parado e resolvi dar início a esse sonho, que agora é realidade”, finalizou Arthur Neto.

    *Com informações da assessoria

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