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    Qualificação


    Internos do Ipat iniciam curso de ‘Fabricação de Produtos de Limpeza'

    Com uma carga horária total de 160 horas, o curso vai integrar aprendizado teórico e prático nas aulas que devem acontecer todos os dias, pela manhã

     

    Com uma carga horária total de 160 horas, o curso vai integrar aprendizado teórico e prático nas aulas que devem acontecer todos os dias
    Com uma carga horária total de 160 horas, o curso vai integrar aprendizado teórico e prático nas aulas que devem acontecer todos os dias | Foto: Divulgação/Seap

     

    Dez internos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) iniciaram, nesta quinta-feira (18/02), o curso “Fabricação de Produtos de Limpeza e Higiene”. A qualificação, oferecida pela primeira vez em uma unidade prisional, será desenvolvida pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), em conjunto com a empresa cogestora RH Multi. 

    Com uma carga horária total de 160 horas, o curso vai integrar aprendizado teórico e prático nas aulas que devem acontecer todos os dias, pela manhã. Os reeducandos aprenderão a fabricar água sanitária, sabões líquidos, em pó e em barra, detergentes, xampus e sabonetes líquidos e em barra. 

    A atividade vem ao encontro do objetivo da Seap de tornar as unidades prisionais do Amazonas autossuficientes, produzindo boa parte daquilo que consomem. O que será fabricado pelos internos, após o término do curso, servirá tanto para o Ipat como para a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), suprindo as necessidades de duas unidades de uma vez. 

    “Esse curso é precursor dentro do sistema penitenciário. E com ele nós buscamos cumprir com a determinação do secretário de tornar as unidades autossuficientes; e preparar os internos que estão se qualificando para o retorno à sociedade, tendo uma forma de empreender lá fora”, declarou o diretor do Ipat, Márcio Pinho. 

    Os reeducandos receberão ainda conhecimentos sobre os princípios básicos de matérias-primas das composições das misturas a serem utilizadas, os nomes científicos e técnicos de cada produto. O professor Robson Cortez disse se sentir motivado em ensinar pela primeira vez dentro de um presídio. 

    “Eu já dei aulas em várias instituições de ensino técnico, mas no sistema prisional é a primeira vez. E pretendo continuar com outros cursos, pois é gratificante estar aqui e ver que eles estão realmente interessados em aprender”, ressalta o professor.

    *Com informações da assessoria

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