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    Prefeitura impede retorno de invasores à ocupação José de Alencar

    A área é conhecida como José de Alencar, no Tarumã, zona Oeste, considerada uma das maiores invasões de Manaus

     

    A área é conhecida como José de Alencar, no Tarumã, zona Oeste, considerada uma das maiores invasões de Manaus
    A área é conhecida como José de Alencar, no Tarumã, zona Oeste, considerada uma das maiores invasões de Manaus | Foto: Divulgação

    A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), em parceria com a Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência (Seai), da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), impediu o retorno de invasores à extinta ocupação irregular.

    A área é conhecida como José de Alencar, no Tarumã, zona Oeste, considerada uma das maiores invasões de Manaus. A ação ocorreu na manhã desta quinta-feira (18). A última tentativa de invasão ao local ocorreu em 2018.

    De acordo com o titular da Semmas, Antonio Ademir Stroski, a extinta invasão está localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) Tarumã-Ponta Negra, às margens do igarapé do Mariano. “A Semmas continuará atenta e, acima de tudo, seguindo as recomendações expressas do prefeito David Almeida, para que a nossa atuação seja com serenidade e responsabilidade. Mas vamos continuar combatendo os impactos ambientais desse processo de ocupação irregular do solo urbano”, informou o secretário. 

    A antiga ocupação já estava sendo monitorada há algumas semanas, com o recebimento de denúncias sobre a movimentação no local. Com o apoio da Seai, foi acionada uma fiscalização e a retirada dos invasores do local.

    “A fiscalização da Semmas esteve na área denunciada na última quarta-feira, dia 17, e constatou que o local estava sendo invadido. A ocupação José de Alencar é considerada uma das maiores invasões da cidade de Manaus”, informou o gerente de Área Protegida da Semmas, Ronnivaldo Abucater de Barros.

    No local havia aproximadamente 60 invasores, que já estavam demarcando o terreno com várias barracas, de lona e papelão, e que foram derrubadas. Também foi encontrada uma agenda telefônica, com alguns nomes e contatos, que foi repassada à Seai para averiguação. Nela constam um projeto de implantação e cadastro de possíveis associados.

    “Eles tentaram tocar fogo e não conseguiram e foi repassada para a Secretaria de Segurança Pública para averiguação”, finalizou Abucater.

    *Com informações da assessoria

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