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    Tragédia


    Adolescente de 13 anos morre afogada no quintal da própria casa no AM

    Segundo testemunhas, no local tem vários portes com redes elétricas, por isso não está descartada a possibilidade da menina também ter sido eletrocutada

     

    | Foto: Reprodução

    COARI (AM) - A subida extrema dos rios, fenômeno cada vez mais recorrente causado pelo desequilíbrio climático, altera profundamente a paisagem de comunidades ribeirinhas e das cidades amazônicas. O preço pelo impacto ambiental provocado por cheias severas é grande. Alguns perdem imóveis, outros perdem a casa, mas há quem perca até a vida. 

    Era tarde de quinta-feira (13), quando a adolescente Cleide Karine da Silva Carvalho, de 13 anos, morreu afogada no quintal da própria casa, em Coari, a 363 quilômetros de Manaus. Ela não se afogou em uma piscina, mas no rio Solimões, que tem invadido centenas de residências na "terra do gás".

      Familiares informaram à polícia que a garota sabia nadar, e costumava tomar banho no local, rotineiramente. No entanto, nesta quinta, Cleide não emergiu à superfície da água, e os parentes logo perceberam que algo estava errado. As buscas pela menina duraram 15 minutos. Ela foi encontrada no fundo do rio, sem vida.  

    De acordo com moradores da área, há vários portes com redes elétricas próximos ao local onde o corpo da garota foi resgatado, por isso os investigadores também não descartam a possibilidade da menina ter sido eletrocutada. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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    Já com dezenas de ruas inundadas, Coari tem chances de registrar a maior cheia da história, neste ano, de acordo com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM). 

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