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    Pesca no AM


    Amazonas retoma ordenamento pesqueiro do Rio Negro

    Mais de 340 comunidades serão inseridas no ordenamento pesqueiro

     

    O Idam  irá apoiar nas ações necessárias e assistência técnica no decorrer da construção
    O Idam irá apoiar nas ações necessárias e assistência técnica no decorrer da construção | Foto: Divulgação/Idam

    Manaus - O setor pesqueiro do Amazonas movimenta a economia do estado. A prática beneficia diversas famílias que utilizam o meio ambiente e o uso de recursos para a sobrevivência. 

    O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) participa das tratativas para a construção do ordenamento pesqueiro da região. A medida visa  incentivar o uso ordenado dos estoques pesqueiros na região do médio Rio Negro, nas áreas de abrangência entre os municípios de Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, no Amazonas.  

      Uma equipe de técnicos, especialistas na área, participam das ações no Médio Rio Negro. A atividade coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) e Idam, seguiu até a terça-feira (8).  

    Mais de 340 comunidades serão inseridas no ordenamento pesqueiro, que até o momento irá beneficiar aproximadamente 1.500 famílias com a construção de acordos de pesca. 

    O Idam  irá apoiar nas ações necessárias e assistência técnica no decorrer da construção e regulamentação dos instrumentos de ordenamento pesqueiro.

    Os pescadores artesanais e ornamentais estão inseridos na política do Cartão do Produtor Primário (CPP), emitido exclusivamente pelo Idam. 

    Renda

    Com as atividades de pesca ordenadas, as comunidades também começam a se organizar, levando parte da produção até a sede do município para comercializar em feiras e mercados locais. E, futuramente, poderão realizar o manejo do pirarucu e outras atividades dentro de áreas protegidas.

    No ordenamento da pesca esportiva é possível envolver grande parte dos comunitários, que podem atuar como operadores de pesca, piloteiros, guias, cozinheiras, camareiras e outras atividades.

    O ordenamento pesqueiro do Médio Rio Negro é uma tratativa que iniciou em 2006, mas somente em 2016 os comunitários com apoio técnico conseguiram discutir o zoneamento e algumas regras. E agora, em 2021, o Governo do Amazonas, por meio da Sema, Sepror e Idam, com apoio do Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia, retomou a construção e regulamentação do ordenamento pesqueiro da região.

     *Com informações da assessoria

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