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    Lançamento


    Plataforma para regionalizar conteúdo de vestibulares é lançada no AM

    Startups amazonenses firmam aliança e lançam plataforma para vestibulandos

    Plataforma lançada para regionalizar vestibulares | Foto: Bruna Oliveira

    Manaus - A Escola Denizard Rival, localizada na avenida Torquato Tapajós, recebeu, na manhã desta segunda-feira (9), as startups amazonenses Livedu e Akiry, com o lançamento de uma nova plataforma que ajudará os vestibulandos do colégio.

    Nomeada como ARSIM, pela Gestora Educacional Ludmylla Rondon e pelo produtor Rafael Rosa da Livedu e os professores doutores em TI César Melo e Moisés Carvalho da Aikiry e equipe, a plataforma tem o objetivo de otimizar os estudos daqueles que irão prestar vestibulares como o Sistema de Ingresso Seriado (SIS) e o Macro da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e o Processo Seletivo Contínuo da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) com conteúdo regionalizados direcionados.

    “Hoje, a Livedu e a Akiry, através da ARSIM, está resolvendo um problema. Estamos pegando uma dor com mais de 51 universidades, que oferecem vestibulares que não são o Enem, são mais de 300 mil estudantes que não possuem material direcionado para esse estudo, e dando um ponta pé inicial com a tecnologia do Amazonas, que vai impactar o Brasil como um todo, e vai resolver o problema de várias regiões do Brasil”, diz Ludmylla Rondon.

    A plataforma é uma iniciativa pioneira no país e genuinamente amazonense, que enxergou os avanços tecnológicos dos últimos anos alcançando cada vez mais a educação trazendo benefícios aos alunos.

    “A tecnologia está presente em todos os ramos da nossa existência, a educação é um dos ramos que ela está inserida com finalidade de melhorar cada vez mais a aprendizagem como ferramenta pedagógica trazendo a satisfação dos alunos para aprender e organizar o seu tempo. Enfim, são inúmeros os benefícios”, conta a diretora Vera Lúcia

    Atualmente, são mais de 51 Universidades Públicas no Brasil que aplicam provas regionais, elaboradas por bancas próprias (internas) ou terceirizadas, totalizando mais de 100 mil vagas de graduação ofertadas. Contudo, não existe uma estratégia direcionada que prepare o aluno para aprovação nesses vestibulares.

    Para Maria Eduarda, aluna do 1º ano, a ideia das startups é uma solução para se preparar melhor para seu primeiro ano de vestibular. “É uma forma de direção, principalmente para gente que vem do primeiro ano. A escola está apresentando uma oportunidade incrível com essa plataforma, estamos tendo uma noção de caminho, vamos saber o que estudar e o que estudar e vai ajudar até a controlar o nosso emocional”, diz a aluna.

    A plataforma possibilita integrar o livro didático utilizado na escola e/ou cursinho ao conteúdo específico dos editais de vestibulares, associando o conteúdo às questões oficiais que caíram nos últimos anos.

    A ideia principal é informar com detalhes ao professor e ao aluno quais conteúdos mais caem em determinadas provas, quais as últimas questões oficiais sobre determinado tópico e propiciar que o aluno resolva as questões, simulando o modelo de prova e se preparando cada vez mais para ele.

    “Desenvolvemos uma plataforma simples, objetiva, direta e complementar. Um dos grandes desafios para o aluno é se organizar, ter uma rotina, e a ARSIM traz essa rotina melhor definida a partir do ensino da escola, então ele não tem que ficar perdido. Ele otimiza o material que usa na sala de aula, a ARSIM regionaliza o conteúdo trazendo para a nossa realidade do PSC, do SIS e dos vestibulares locais”, comenta Ludmylla.

    O lançamento da ARSIM, acontecerá durante toda essa semana, em diferentes turmas da Escola Denizard Rivail, que é a primeira escola amazonense a adotar esse modelo.

    “Nossa preocupação sempre foi a qualidade, comunicação e modernização. Em 25 anos buscamos melhorar a prática pedagógica e facilitar a vida dos nossos estudantes, por isso estamos investindo nessa parceria. Acima de tudo, queremos contribuir para o sucesso dos nossos estudantes”, comenta Vera Lúcia

    A ideia de expandir a plataforma para outras escolas já está sendo pensada e tem previsão de até o meio do ano estar ativa fora do Amazonas e futuramente a expansão para todo o Brasil.


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