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    Noruega


    Jovem morre de raiva após ser mordida por cachorro que salvou

    Os cortes foram tão pequenos que ninguém observou a necessidade de uma maior supervisão médica, afirmou a família

    Birgitte morreu oito dias depois de ter sido internada no hospital onde trabalhava. | Foto: Divulgação

    Uma jovem morreu depois de ser mordida por um cachorro que ela resgatou. A vítima foi identificada como Birgitte Kallestad, de 24 anos, da cidade de Hordaland, na costa oeste da Noruega.

    Ela morreu na noite de segunda-feira (6), cerca de dois meses depois de entrar em contato com o cachorro, enquanto viajava com amigos em fevereiro, nas Filipinas.

    De acordo com a família de Birgitte, ela e seus amigos estavam andando de bicicleta quando se depararam com um filhote de cachorro perdido na beira da estrada, que Birgitte levou para o resort onde estava hospedada. Birgitte e suas amigas brincaram com ele no jardim. A família de Birgitte disse que todo mundo sofreu pequenas mordidas e arranhões do cachorro durante este tempo.

    Os cortes foram tão pequenos que ninguém observou a necessidade de uma maior supervisão médica, disse a família. Só depois que a jovem voltou para a Noruega, que ela começou a se sentir mal.

    De acordo com os médicos, os sintomas iniciais da raiva incluem febre e dores de cabeça, mas, à medida que a doença piora, os pacientes podem sofrer alucinações, espasmos musculares e insuficiência respiratória. Os médicos não conseguiram diagnosticar o problema e ninguém, nem mesmo a própria Birgitte conectou sua doença à mordida do cão.

    Ela chegou a ser hospitalizada várias vezes antes de sua condição piorar drasticamente e ela precisar ser internada em período integral, segundo contou a família.

    Um médico do hospital suspeitou que os sintomas de Birgitte eram sinais de Raiva. Amostras enviadas à Autoridade de Saúde Pública na Suécia confirmaram as suspeitas.

    A família de Birgitte está fazendo uma campanha para que a raiva seja incluída no programa para as Filipinas e outros lugares onde é possível contrair a doença de animais de rua.

    “Nossa querida Birgitte amava os animais”, disse um membro da família. Birgitte morreu oito dias depois de ter sido internada no hospital onde trabalhava.

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