Fonte: OpenWeather

    Europa


    Ursula Leyen pode se tornar a primeira líder da Comissão Europeia

    A ministra alemã se submeterá à votação dos parlamentares europeus

    Ministra alemã Ursula Leyen
    Ministra alemã Ursula Leyen | Foto: Agência Brasil

    Menos da metade dos estudantes de escolas públicas, 44%, receberam orientações dos professores sobre como usar a internet de um jeito seguro, de acordo com a pesquisa TIC Educação, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), divulgada hoje (16). Um percentual ainda menor, 33%, diz que os professores falaram sobre o que fazer se algo os incomodasse na rede.

    Ao todo, foram entrevistados 11.142 estudantes de 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio, em todo o país. A pesquisa mostra que o cenário é diferente nas escolas públicas e nas particulares. Nas privadas, 68% dizem ter aprendido com docentes sobre segurança na rede e 59% terem recebido orientações para agir caso algo os incomode.

    A pesquisa mostra ainda que a maior parte dos estudantes, 78%, navegam sozinhos, em busca de informações sobre tecnologias. O mesmo percentual se informa por vídeos ou tutoriais disponíveis na internet. Entre os estudantes, 76% dizem também se informar com amigos ou parentes. Um percentual menor, 44%, dizem se informar com os professores.

    No início de julho, a ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, foi a escolhida por líderes europeus para ser a presidente da Comissão Executiva da União Europeia. Na manhã de hoje (16), Ursula apresentou suas propostas na sede do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França. À tarde, ela se submeterá à votação do Plenário do Parlamento. Se alcançar os votos necessários, ela se tornará a primeira mulher no cargo, no lugar de Jean-Claude Junckerr, atual presdiente da Comissão Europeia (EU).

    Ursula von der Leyen necessita de uma maioria absoluta dos votos da câmara, ou seja, deve recolher o “sim” de pelo menos 374 eurodeputados. 

    Buscando alcançar os votos necessário, Ursula von der Leyen procurou em seu discurso receber todas as ideias apresentadas pelos deputados, especialmente as propostas relacionadas com a luta em favor do clima, o combate aos regimes autoritários, e também ao protecionismo e a igualdade de gênero, inclusive no Colégio de Comissários da União Euiropeia.

    Sobre esta questão, Ursula antecipou que não hesitará em exigir novos nomes (para o colégio),  “caso os Estados-membros não proponham um número suficientes de comissárias”.

    Com um elogio à obra dos pais e mães fundadores do projeto da Europa unida, Ursula von der Leyen deixou uma nota de preocupação com o processo do Brexit, manifestando abertura para o alargamento dos prazos de saída do Reino Unido, previsto para 31 de outubro deste ano.

    Sublinhando o respeito pela decisão do outro lado da Mancha – “uma decisão séria que lamentamos”  Ursula von der Leyen declarou neste discurso de apresentação do seu projeto aos eurodeputados estar aberta a dilatar os prazos de saída do Reino Unido caso o novo chefe do governo britânico apresente uma razão válida.

    A candidata comprometeu-se a tornar o espaço comunitário livre de emissões de carbono até 2050, a finalizar a união monetária e ainda a proteger os cidadãos da UE do próximo choque econômico.

    “O nosso desafio mais importante é manter o planeta saudável. É a maior responsabilidade do nosso tempo. Quero que a Europa seja o primeiro continente neutro em carbono em 2050. Para tal, temos de assumir metas mais ambiciosas. O nosso objetivo atual não é suficiente”, afirmou a política alemã, num claro piscar de olhos à bancada dos Verdes, que não esconde a intenção de votar contra a sua candidatura.

    Leia mais:

    Receba as principais notícias do Portal Em Tempo direto no Whatsapp. Clique aqui!

    Estados Unidos endurecem regras para concessão de asilo

    Turista é preso por tirar fotos das nádegas nas Pirâmides do Egito

    Comentários