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    Flagrante


    Cadeirante fingiu ser Uber para assaltar e abusar sexualmente de jovem

    Ele dirigia um veículo adaptado e disse para a vítima que poderia fazer o que quisesse com ela

    Crime foi durante a noite e a vítima conseguiu fugir e acionar a polícia
    Crime foi durante a noite e a vítima conseguiu fugir e acionar a polícia | Foto: Reprodução

    São Paulo - Uma mulher de 23 anos denunciou ter sido abusada sexualmente por um cadeirante. O caso, segundo ela, ocorreu em um veículo por volta das 19h30 em Carapicuíba, na Grande São Paulo, no dia 6 de março deste ano. As informações foram divulgadas pelo G1 São Paulo.

    "Eu perdi o ônibus e aguardava outro no ponto, debaixo de forte chuva. Nisso, ele se aproximou, em um carro, ofereceu carona. Depois da insistência dele, por três vezes, eu decidi aceitar", justifica a mulher. 

    Dentro do carro, a mulher conta que o homem se apresentou como Uber e que estaria indo buscar um passageiro, quando resolveu ofertar a carona. 

    Porém, ela não contava que seria abusada sexualmente. "Ele, que é cadeirante, pegou o meu celular e me ameaçou. Fiquei surpresa com o assalto, mas a minha reação mudou totalmente quando ele começou a passar as mãos nas minhas partes íntimas", relatou a mulher. 

    Segundo ela, o homem dizia que poderia fazer o que quiser. "Me ameaçava o tempo todo dizendo que se quisesse fazer alguma coisa ruim comigo, já teria feito. Após algum tempo na companhia do abusador, o carro, que é adaptado para cadeirante, parou de funcionar e a mulher conseguiu fugir. 

    A vítima procurou a polícia e informou a localização do homem e do veículo. Conforme informações da polícia, ele fingiu estar armado. 

    Após ser identificado e preso, na unidade policial o homem acabou sendo reconhecimento por uma outra mulher que havia denunciado ter sido assaltado e abusava por um motorista de aplicativo. 

    Em nota, a Uber informou que o veículo que o cadeirante dirigia não possuía registro na empresa e que todos os motoristas parceiros passam por uma verificação de antecedentes criminais. 

    Edição: Isac Sharlon

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