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    Desejo dos brasileiros


    Brasileiros querem vacina e auxílio emergencial, aponta DataSenado

    Para a maioria dos entrevistados, o novo auxílio emergencial vai trazer muitos benefícios para a população e para a economia

     

    Entre os que defendem o benefício, 69% sugerem um valor de R$ 600
    Entre os que defendem o benefício, 69% sugerem um valor de R$ 600 | Foto: Divulgação/Agência Senado

    A maioria dos brasileiros defende a prorrogação do auxílio emergencial e a vacinação contra o coronavírus. A conclusão é de uma pesquisa divulgada na terça-feira (16) pelo Instituto DataSenado.

    De acordo com a publicação, o novo auxílio emergencial pago a trabalhadores informais, autônomos e desempregados, tem o apoio de 83% da população. Apenas 15% são contra. Entre os que defendem o benefício, 69% sugerem um valor de R$ 600. Para eles, o auxílio deve ser concedido até que toda a população esteja vacinada.

    Para a maioria dos entrevistados, o novo auxílio emergencial vai trazer muitos benefícios para a população (68%) e para a economia (51%). De acordo com a pesquisa, 40% dos brasileiros solicitaram o auxílio emergencial no ano passado. Desse grupo, 83% receberam o benefício. Para 79% dos beneficiados, a ajuda do governo federal foi a principal fonte de renda durante a pandemia.

    Entre os que receberam o auxílio emergencial, 75% disseram não ter tido dificuldade para acessar o dinheiro. Entre os 25% que enfrentaram problemas, o aplicativo da Caixa surge como o principal entrave (41%). Outros problemas relatados foram no cadastro do CFP (19%) e no acesso à internet (12%).

    Vacinas

    A pesquisa do DataSenado revela que 84% dos brasileiros querem se vacinar, caso a imunização seja oferecida gratuitamente pelo governo. Entre esses brasileiros, 53% acreditam que vão conseguir tomar a vacina ainda neste ano.

    Entre os 14% que não pretendem tomar a vacina, a principal razão citada é a falta de confiança no imunizante (73%) e o medo sintomas (11%). Outros 11% afirmam que não desejam se vacinar por não serem do grupo de risco (11%) e 1% por ser contra uso de imunizantes.

    A pesquisa revela que 51% dos brasileiros se consideram pouco informados sobre a vacina contra a covid-19. As fontes de informação mais citadas são televisão (57%), páginas de notícias na internet (19%) e revistas e jornais impressos (11%). Para 73% dos entrevistados, a maioria das informações que viram sobre a vacina era positiva.

    Futuro

    Para 79% dos brasileiros, a situação econômica do país vai melhorar quando a maioria da população estiver vacinada. Outros 16% acreditam que vai permanecer igual e 3% acham que vai piorar. No entanto, a pesquisa indica pessimismo quanto ao futuro. Para 46% dos entrevistados, o pior ainda está por vir na economia. Outros 27% afirmam que o pior já passou e 24% acreditam que estamos na pior parte.

    O cenário é semelhante quando se analisa o sistema de saúde do país. Para 69%, a situação vai melhorar com a vacinação. Para 27%, vai permanecer igual e, para 3%, vai piorar. No entanto, 43% afirmam que o pior ainda está por vir em relação ao sistema de saúde. Outros 33% afirmam que o Brasil atravessa a pior parte da pandemia, enquanto que, para 21%, o pior já passou. O Instituto DataSenado entrevistou por telefone mil brasileiros de 16 anos ou mais nos dias 17 e 18 de fevereiro.

    *Com informações da Agência Senado

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