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    Covid-19


    Lewandowski: atraso na aplicação da 2ª dose pode resultar em punição

    Alerta é direcionado a gestores públicos, que podem responder por improbidade administrativa

     

    Segundo ministro, falta de complementação pode frustrar a “legítima confiança” daqueles que aguardam a segunda dose
    Segundo ministro, falta de complementação pode frustrar a “legítima confiança” daqueles que aguardam a segunda dose | Foto: Nelson Jr./SCO/STF


    O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (3) que gestores públicos que atrasarem a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 podem responder por improbidade administrativa.

    Ao menos nove municípios já suspenderam a aplicação do imunizante produzido pelo Instituto Butantan: Aracaju, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e Rio de Janeiro.

    Segundo Lewandowski, a falta de complementação da imunização pode frustrar a “legítima confiança” daqueles que aguardam a segunda dose, além de caracterizar ato de improbidade “caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”.

    Alerta

    O alerta é direcionado a governadores e prefeitos que alteraram a ordem de grupos prioritários após o início da vacinação. As mudanças, de acordo com o magistrado, não podem afetar quem já recebeu a primeira dose.

    A afirmação está na decisão do magistrado que derrubou ordem judicial do TJ-RJ(Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) de validar decreto do governo local que permitia a imunização de professores da rede pública e profissionais das forças de segurança daquele estado.


    * Com informações da Folha de S. Paulo


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