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    Ataque


    Veja quem é a professora morta após ataque de adolescente em creche

    Familiares contam que a professora era dedicada para o ensino há pelo menos cinco anos na mesma escola. Ela foi ferida a golpes de facão por um adolescente

     

    Um jovem de 18 anos invadiu a escola e atacou a funcionária e as crianças com um facão
    Um jovem de 18 anos invadiu a escola e atacou a funcionária e as crianças com um facão | Foto: Reprodução

    Cinco pessoas morreram após ataque de um adolescente a escola infantil Pró-Infância Aquarela, em Saudades, no Oeste de Santa Catarina, nesta terça-feira (4). Entre as vítimas está uma professora infantil. 

    A professora Keli Adriane Aniecevski, 30 anos, morreu após ser atacada na escola. De acordo com familiares, a professora trabalhava na escola - que atende de seis meses a dois anos de idade - há cinco anos.

    Um jovem de 18 anos invadiu a escola e atacou a funcionária e as crianças com um facão. A mulher morreu ainda no local. Ainda não se sabe as motivações do crime. O adolescente foi apreendido. 

    Ataque de fúria

    A Polícia Militar disse em comunicado que o adolescente teria ferido o próprio pescoço com o facão. Ele foi socorrido e levado ao hospital de Pinhalzinho, cidade vizinha. Segundo a polícia, populares disseram que ele sofria bullying, mas nunca tinha estudado na creche. A PM também ressalta que as informações ainda estão sendo apuradas.

    A governadora do estado em exercício, Daniela Reinehr, decretou luto oficial de três dias.

      "Manifesto profunda tristeza e presto minha solidariedade. Determinei que o Governo dê todo o amparo necessário às famílias"  

    Em Manaus

    Em março de 2019, um aluno do Instituto de Educação do Amazonas (IEA) enviou mensagens para um grupo de alunos após ataque na cidade de Suzano, em São Paulo. A mensagem enviada pelo estudante da unidade de ensino também deixou os pais dos alunos em desespero. Muitos estavam trabalhando quando receberam a notícia.

    Alguns pais levaram os filhos chorando da escola com medo que algo pior acontecesse. Com a notícia viralizada nas redes sociais, muitos pais chegavam a todo instante na escola em busca de notícias.

    A polícia foi acionada e deteve o aluno que compartilhou as mensagens. O conteúdo tinha ameaças semelhantes ao atentado à escola Raul Brasil, em Suzano (SP), onde 10 pessoas morreram, entre alunos e funcionários, além dos assassinos que se mataram em seguida.

    Outro aluno da instituição, que está suspenso por comportamento inadequado, é apontado por outros estudantes como o autor das mensagens. O autor da incitação ao crime foi identificado pela polícia.

    *Correio Braziliense

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