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    Cultura


    No dia nacional do escritor veja opção de leitura para a noite

    e-books - foto: reprodução
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    Sexta-feira é sinônimo de balada, mas, e se essa diversão do fim de semana pudesse ser trocada por um livro? Que obra poderia combinar com uma noitada como a desta sexta-feira (25), quando se comemora o Dia Nacional do Escritor?

    A reportagem conversou com algumas pessoas para saber qual livro indicariam para essa data especial.

    “Fragmentos de um Discurso Amoroso”, de Roland Barthes, é um livro que a jornalista Lenise Ipiranga relê sempre. “Tenho lido ao longo da minha vida, desde a adolescência, e, cada vez que releio, assimilo de forma diferente, conforme minha maturidade sobre o tema”, diz.

    O também jornalista Josean Rego indica a leitura “fácil e de recreio” de “Nietzsche para os Estressados”, de Allan Percy. Logo na capa da edição, o resumo da ópera: “99 doses de filosofia para despertar a mente e combater as preocupações”.

    Vocalista da banda Lótus, May Satier diz que gosta muito dos livros de Augusto Cury, mas particularmente de “Nunca Desista dos Seus Sonhos”. “Esse livro traz histórias tristes e quase inacreditáveis de pessoas que passaram por milhares de dificuldades e nunca desistiram. São cinco capítulos, cada um conta a história de uma pessoa famosa, mas sem dizer quem é. No fim do capítulo é revelada quem é a personalidade”, conta May. “É uma leitura surpreendente. Comprei, li e depois dei de presente porque realmente é um livro inspirador”.

    O ator e diretor de teatro João Fernandes considera a leitura da obra de Clarice Lispector “sempre um momento de tranquilidade para o corpo e a alma”. Dessa escritora, ele indica o romance “A Hora da Estrela”. “A questão humana sempre é algo que me atrai. O lugar que a personagem assume nesse cotidiano urbano, que mesmo com um tempo abordado diferente ainda é algo nos nossos dias. E, por mais que seja triste o fim, consegue dialogar com o que buscamos de realização de sonhos, vontades e desejos”, descreve o artista.

    O cantor Serginho Queiroz ainda não assistiu à adaptação para o cinema de “A Culpa É das Estrelas”, de John Green, mas comenta que leu o livro recentemente. “Achei muito boa a história sobre a possibilidade de, mesmo você estar debilitado por conta de uma doença grave, ter mais algum tempo de vida pra descobrir valores novos sobre a vida e os relacionamentos humanos. E o quanto a amizade pode dar uma reviravolta na sua vida”, conta Serginho.

    Ele confessa ainda que riu, chorou e refletiu muito também sobre a própria vida ao ler “A Culpa É das Estrelas”. “É uma leitura que prende a atenção do início ao fim. Eu recomendo”.

    Por Luiz Otavio Martins (Jornal EM TEMPO)

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