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    Premiação


    Artista do Amazonas é selecionado para o 7º Prêmio EDP nas Artes

    Anúncio dos premiados está previsto para outubro, junto com abertura de exposição dos no Instituto Tomie Ohtake

    Emerson Munduruku é Artivista visual indígena. Com afeto radical pela Vida, vira uma Árvore que anda.
    Emerson Munduruku é Artivista visual indígena. Com afeto radical pela Vida, vira uma Árvore que anda. | Foto: Selma Maia

    Manaus - O Instituto Tomie Ohtake e a EDP com o apoio do Instituto EDP, anunciam os 10 artistas selecionados, entre os 456 inscritos, provenientes de 21 Estados brasileiros e do Distrito Federal, nesta sétima edição do Prêmio EDP nas Artes. O artista amazonense Emerson Munduruku - Uyra Sodoma, de Manaus, compõe a seleção deste ano.

    Emerson Munduruku é ativista visual indígena. Em sua performance transforma-se numa árvore que anda. o amazonense é formado em Biologia, mestre em Ecologia e educador em artes, de jovens ribeirinhos e indígenas no Amazonas. Em foto-performances, encarna Uýra Sodoma, sua presença de bicho e planta, em denúncia às violências aos sistemas vivos e em anúncio de histórias de Vida e encantaria que moram na paisagem cidade-floresta.

    O grupo selecionado receberá acompanhamento personalizado da equipe de jurados para o processo de realização das respectivas obras. Este acompanhamento, oportunidade rara para jovens artistas, implementa os critérios para a escolha dos três premiados.

    A premiação se completa com a exposição dos trabalhos dos 10 artistas no Instituto Tomie Ohtake.

    Além dele, foram selecionados ainda:

    Arivanio Alves, Quixelô - CE;

    Davi de Jesus do Nascimento, Pirapora - MG;

    Érica Storer de Araújo, Curitiba - PR;

    Felipe Rezende, Salvador - BA;

    Gu da Cei, Ceilândia - DF;

    Hariel Revignet, Goiânia - GO;

    Luana Vitra, Contagem - MG;

    Talles Lopes, Anápolis - GO e

    Yná Kabe Rodríguez, Brasília - DF.

    De acordo com a assessoria, do total de inscrições, foram pré-selecionados 20 nomes, mediante análise de portfólio, desempenhada por um júri composto pelos artistas Arthur Chaves, Dora Longo Bahia e Elilson e pelos curadores Amanda Carneiro e Theo Monteiro.

    Após entrevistas individuais por vídeo-chamada, definiu-se a lista dos 10 selecionados. O grupo receberá acompanhamento personalizado da equipe de jurados para o processo de realização das respectivas obras.

    Este acompanhamento, oportunidade rara para jovens artistas, implementa os critérios para a escolha dos três premiados.

    Anúncio de premiados

    A abertura da exposição e o anúncio dos três premiados com residências internacionais, deverá acontecer em 1º de outubro deste ano, data a ser confirmada em função das orientações sanitárias e governamentais a respeito do controle da pandemia da Covid-19.

    Prêmio EDP

    Voltado para estimular a produção artística contemporânea, o Prêmio EDP nas Artes é dedicado a jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 29 anos.

    A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras, lives e workshops em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito.

    Na edição anterior, em 2018, os três premiados com residências artísticas internacionais foram Marie Carangi (Recife - PE, 1989); Elilson (Recife - PE, 1991) e Iagor João Barbosa Peres (Rio De Janeiro - RJ, 1995).

    Sobre o IEDP

    Desde que foi fundado em 2009, o Instituto EDP investiu mais de R$ 100 milhões em projetos socioculturais, que beneficiaram cerca de três milhões de pessoas, em cerca de 400 programas espalhados por todo o País.

    Somente em 2019, iniciativas apoiadas pela organização favoreceram 82 mil moradores das comunidades do entorno das áreas de atuação da Companhia.

    O Instituto EDP tem como responsabilidade estruturar os investimentos e as iniciativas sociais da EDP em frentes ligadas à valorização da Língua Portuguesa, à educação, ao desenvolvimento local com geração de renda, ao empreendedorismo e ao voluntariado, por meio do esporte, cultura e saúde.

    Sobre Instituto Tomie Ohtake

    Inaugurado em 28 de novembro de 2001, o Instituto Tomie Ohtake tornou-se uma referência no circuito das artes visuais pela qualidade de sua programação.

    Além de realizar mostras nacionais e internacionais de artes plásticas, arquitetura e design, promove prêmios nestas três áreas.

    Desenvolve amplo e criativo trabalho de educação por meio da arte e um inédito programa de acessibilidade voltado a públicos que não têm garantidos seus direitos sociais.

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