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    Fundação Matias Machline


    FMM: há 34 anos transformando gerações por meio da Educação no AM

    Os resultados e as trajetórias de sucesso são motivadores para que o projeto social continue transformando a vida de milhares de jovens e de suas famílias

    O conceito aplicado na FMM não é de apenas educar
    O conceito aplicado na FMM não é de apenas educar | Foto: Divulgação

    Manaus - Os tempos são difíceis, mas as datas especiais devem ser lembradas porque marcam a nossa história. A Fundação Matias Machline (FMM) completou neste mês de abril, 34 anos de existência, reafirmando seu legado de responsabilidade social no Amazonas e no Brasil.

    Os resultados e as trajetórias de sucesso são motivadores para que o projeto social continue transformando a vida de milhares de jovens e de suas famílias, por meio da educação de excelência.

    Um trabalho árduo cercado de desafios gigantes, baseado no amor ao próximo, que ano após ano, tem sido referência de Responsabilidade Social. “Eu vejo a Fundação como uma missão. Então, é por isso que todo mundo trabalha com o coração aqui e tem o prazer de estar aqui. São muitos desafios, são histórias difíceis, mas, quando a gente vê o aluno superando e conquistando seu espaço, vale tudo o que a gente passa, todas as dificuldades, todo o trabalho. É muito satisfatório. É uma realização de vida”, afirmou o diretor-executivo da Fundação, Sung Un Song.

    Ao longo desses anos, a Fundação enfrentou diversas mudanças
    Ao longo desses anos, a Fundação enfrentou diversas mudanças | Foto: Divulgação

    O aluno da Fundação é reconhecido na sociedade e no mundo corporativo pelo que aprendeu ao longo dos três anos. Quem se identifica? Colecionamos histórias transformadoras de jovens que saíram da periferia de Manaus e ganharam o mundo, sendo exemplos de disciplina, organização, profissional realizador e amor ao próximo.

    O conceito aplicado na FMM não é de apenas educar, afinal, durante três anos, os jovens são levados a buscar uma outra realidade de vida, por meio de ensino. Na prática, a Fundação “não dá o peixe, ensina a pescar”. Os números comprovam os resultados: 95% dos alunos da Fundação são aprovados em vestibulares das melhores faculdades públicas do País.

    Ao longo desses anos, a Fundação enfrentou diversas mudanças e até o risco do fechamento total em 2015. Mas o processo foi evitado pela empresa mantenedora Digitron da Amazônia, que abraçou a fundação por meio da visão filantrópica do seu presidente Sung Un Song.

    Atualmente, além da mantenedora Digitron, o projeto conta a parceria das empresas: Samsung, Salcomp, TPV, Denso, NCR, LG, Cal-comp, Inventus Power e IITA. "Continuamos a missão, visando garantir a sustentabilidade do projeto, para que nunca mais corra o risco de fechar. Desde ano passado, temos uma diretoria de captação e parcerias junto com a sociedade e indústria", afirmou Sung. Com os resultados alcançados, a Fundação reafirma a sua gratidão e orgulho pelas empresas parceiras, que compartilham dos mesmos valores, por estarem conosco nesta corrente social.

    *Com informações da assessoria 

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