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    Sete dicas


    Especialista dá dicas para 'sair do vermelho' e economizar

    O professor de Administração da UniNorte dá sete dicas essenciais para quem deseja economizar

    60% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida. | Foto: Divulgação

    Manaus- Dados divulgados, recentemente, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que 60% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida. Para a grande maioria no país, portanto, economizar, hoje, é uma questão crucial, para não deixar o nome entrar nas estatísticas de inadimplência.

    O professor de Administração da UniNorte, Carlos Mariano, dá sete dicas essenciais para quem deseja economizar, “fazer do limão uma limonada”, e, assim, evitar de chegar ao final do mês com as contas no vermelho.

    Veja as dicas:

    1. Registrar todas as suas receitas e despesas

    O primeiro passo é deixar todo o dinheiro organizado, o que inclui as suas receitas e todos os seus gastos. Começar fazendo um registro do quanto recebe e de tudo o que gasta no dia-a-dia. Essa é a melhor forma de perceber com o que está gastando excesso e porque não está conseguindo economizar.

    “Você tem que saber suas despesas e o quanto recebe no total. É uma dica importante, principalmente, para o microempresário, que tem mais de uma renda. É preciso anotar o orçamento familiar e a receita de todos os membros da família”, explica.

    2. Criar metas de gastos e economia

    Depois de ter uma visão bem clara de todo o fluxo de caixa, uma outra dica para poupar dinheiro e que costuma funcionar bem, é determinar metas para as economias. O que isso quer dizer? Na prática, significa definir alguns limites para que o objetivo de economizar seja realmente alcançado. Portanto, é importante dividir todos os gastos em categorias, para enxergar o quanto se gasta com cada um: tipo alimentação, transporte, moradia e outras.

    “As pessoas precisam encarar a poupança não como a economia de sobras, mas sim como uma conta. Se você cria metas, como comprar ou trocar um carro, você precisa fazer o investimento para alcançá-las”.

    3. Pagar as contas com antecedência

    Inúmeras pessoas se atrapalham com as contas e vivem pagando multas por conta disso. Esse é mais um fruto da desorganização financeira que deve ser evitado, afinal, não há nada pior do que gastar um dinheiro que não precisava ser desembolsado. Logo, é fundamental pagar os boletos assim que eles chegarem. Deixar para quitar no último dia também é um hábito perigoso, já que algum imprevisto é capaz de atrapalhar o planejamento.

    “É vantajoso pagar com antecedência, principalmente quando tem desconto. E é preciso evitar ou não permitir o atraso dos pagamentos por conta dos juros”, orienta.

    4. Usar mais o débito

    Usar o cartão de crédito não é errado nem um pecado mortal. Acontece que algumas pessoas gastam mais do que podem, jogando as suas compras para o futuro. Como o limite para comprar está ali disponível, às vezes há a falsa impressão de poder gastar sem ter. Se a pessoa tiver a tendência de fazer isso, é melhor usar mais o débito e deixar o crédito somente para o que for essencial lembrando de ponderar bastante antes de criar parcelas para os próximos meses.

    “O débito permite que você mensure seus gastos por meio do extrato bancário. É uma informação que está disponível. O dinheiro vivo é mais difícil, porque você dificilmente vai anotar os seus gastos”, diz ele.

    5. Rever alguns hábitos

    Mais uma dica que faz toda a diferença para enxugar o orçamento: reveja seus hábitos! Muita coisa passa despercebida no cotidiano, fazendo com que se gaste muito mais do que deveria. Sendo assim, é hora de repensar toda a rotina para perceber o que pode ser mudado. Certamente, você vai encontrar algumas possibilidades de ajustes que vão ajudá-lo a economizar.

    “É necessário rever a hierarquia de priorização dos gastos. O indivíduo precisa encontrar uma alternativa: primeiro cortando os gastos, ou a compra de supérfluos, e, posteriormente, destinando esse dinheiro para um local específico”.

    6. Evitar as tentações

    Todo mundo tem um ponto fraco, não é mesmo? Cada pessoa gosta de gastar com algo diferente, seja com alimentação, com roupas, calçados, eletrônicos ou qualquer outra coisa. Por isso, é bom identificar quais são os seus maiores desejos, para evitar as tentações constantes.

    “Está comprovado cientificamente que se você vai ao supermercado com fome, você gasta mais. O ideal é fazer compras nos supermercados que você já conhece. Muitas vezes esses locais escondem os produtos de primeira necessidade para fazer você consumir outras coisas que não são importantes. É importante ficar atento”, afirma.

    7. Pensar em alternativas para fazer uma renda extra

    Se você não encontrar um jeito de reduzir as suas despesas mensais e mesmo assim continuar com o objetivo de poupar dinheiro, a solução é tentar garantir uma fonte de renda extra.

    Pense sobre as suas habilidades e em como você poderia utilizar o seu tempo livre para ganhar um pouco mais. Inclusive, pode ser que essa experiência seja tão agradável e lucrativa que acabe virando um negócio.

    “Considere opções como: fotografia, culinária, música, maquiagem, artesanato etc. A partir disso, coloque a mão na massa e ofereça os seus serviços. A carreira como freelancer também é uma boa alternativa, e você pode conseguir trabalhos para faturar um extra, sem sequer sair de casa, basta procurar na internet as oportunidades disponíveis”, ressalta Carlos Mariano.

     *Com informações da assessoria

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