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    Cheia


    Vídeo: vazante do rio Negro dá esperança a agricultores no Amazonas

    A cheia deste ano foi a oitava maior da história desde 1989 e causou um prejuízo de mais de R$ 60 milhões ao setor agrícola do estado

    Veja a reportagem | Autor: Bárbara Mitoso/TV Em Tempo

    Manaus - A cheia deste ano castigou principalmente os produtores agrícolas de 15 municípios do Amazonas, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 66 milhões em todo o estado.

    O nível do rio Negro ultrapassou a cota máxima prevista para cheia deste ano de 29,33 metros, registrando em junho 29,42 metros, sendo a oitava maior cheia desde 1989. No entanto, há 10 dias, o rio começou a descer.

    O período da vazante dura em média 130 dias, começando pela fase de estabilização da descida para entrar no período de recessão.

    Interior

    Em Itacoatiara, o rio Amazonas está baixando dois centímetros por dia. Na área próxima ao porto da cidade, que hoje está com lama acumulada, estava tomada por água há alguns dias atrás.

    Em Tefé, o rio Solimões baixou oito centímetros nas últimas duas semanas, oportunidade para os agricultores voltarem a plantar.

    Em Manacapuru, o nível máximo do rio Solimões foi registrado no dia 22 de junho, quando alcançou a marca de 20,22 metros. De lá pra cá, o rio já baixou aproximadamente 15 centímetros, foi a terceira maior cheia do município em 19 anos.

    Veja a reportagem completa da TV Em Tempo:

    Veja a reportagem | Autor: Bárbara Mitoso/TV Em Tempo
     

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