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    Economia


    Custo da construção no Amazonas sobe 3,54% em setembro

    Em relação às outras 26 unidades da federação, o Amazonas ficou em 8ª posição

    Conforme o estudo, a variação no ano, em setembro, foi para 5,27% | Foto: Divulgação

    No Amazonas, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado pelo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Amazonas (IBGE) apresentou variação de 3,54% em setembro, subindo 3,31 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (0,23%).

    Conforme o estudo, a variação no ano, em setembro, foi para 5,27%, significando crescimento de 3,6 p.p. em relação ao registrado no mês anterior (1,67%). Já a variação dos últimos doze meses registrada em agosto ficou em 6,47%, ou seja, -0,94 p.p. abaixo daquela registrada em agosto (5,53%). Considerando a inflação acumulada em setembro de 2,49%, verifica-se que o aumento no custo da construção no estado (5,27%) está acima do dobro da inflação.

    A componente material (R$ 631,69), em setembro, teve forte reajuste em relação ao mês anterior. Ficando acima da média nacional (R$ 603,87). Em relação às outras 26 unidades da federação, o Amazonas ficou em 8ª posição.

    A componente mão de obra da construção no Amazonas, em setembro, também teve um forte aumento em relação ao mês anterior, passando de R$494,15 para R$509,66. Mesmo assim foi menor do que a média nacional (R$ 549,00). Em relação às outras 26 unidades da federação, o Amazonas ficou em uma posição intermediária (14ª) entre os maiores valores.

    Em relação às unidades da federação, a maior variação percentual no mês de setembro ficou com o Amazonas (3,54%), a segunda maior foi Mato Grosso do Sul (1,73%) e a terceira, Rio de Janeiro (1,68%). A menor taxa do mês foi registrada em Alagoas (- 0,46%) e Bahia (-0,30%).

    O custo médio da construção no Amazonas continua a ser menor do que a média nacional. E, em relação às outras 26 unidades da federação, o Amazonas ficou em uma posição intermediária (11ª posição) entre os maiores valores, com um custo médio de R$ 1.141,35. Santa Catarina ocupou a primeira posição (R$ 1.323,83), Rio de Janeiro ocupou a segunda posição (R$ 1.280,00) e Acre, a terceira posição (R$ 1.274,80). Os menores custos por m2 foram em: Sergipe (R$ 989,03), Rio Grande do Norte (R$ 1.036,33), Alagoas (R$ 1.039,62).

    No Brasil, esse índice apresentou a variação de 0,37% em setembro, queda de 0,07 pontos percentuais em relação ao mês anterior (0,0,44%), A variação anual em setembro foi 3,49%, ou seja, 0,38 p.p. mais elevado que agosto (3,11%). A variação dos últimos doze meses foi 4,42%, ou seja, 0,08 p.p. abaixo daquela variação registrada em junho (4,5%).

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