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    Emprego


    No Amazonas, mais da metade dos trabalhadores são informais

    Além de contar com 52,2% de sua população em empregos informais, o Estado apresenta a quinta maior taxa de desocupação do país (18,8%)

    Já a taxa de desocupação em novembro se manteve inalterada em relação a outubro
    Já a taxa de desocupação em novembro se manteve inalterada em relação a outubro | Foto: Arquivo EM TEMPO

    Manaus – No Amazonas, a taxa de pessoas ocupadas que trabalhavam na informalidade, em novembro, foi de 52,2%, o equivalente a 709 mil trabalhadores. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e demonstram também que a taxa de desocupação no estado se manteve em 18,8%, a quinta maior taxa do país. No total, 314 mil pessoas estavam desempregadas.

    Segundo o levantamento havia 1,36 milhão de pessoas ocupadas na semana de referência de novembro de 2020, dentre as quais: 489 mil (35,9%) eram pessoas que trabalhavam por conta própria, 333 mil (24,5%) pessoas ocupadas no setor privado e com carteira assinada e 146 mil (10,7%) eram militares e servidores estatutários.

    Desse total, de 1,36 milhão, 709 mil pessoas estavam ocupadas na informalidade, superando as 641 mil pessoas ocupadas em maio, significando que mais da metade das pessoas ocupadas (52,2%) estavam na informalidade.

    Desemprego

    Já a taxa de desocupação em novembro se manteve inalterada em relação a outubro, quando alcançou 18,8%, a maior taxa desde o início da pesquisa. A taxa de participação na força de trabalho registrou 55,6% e o nível de ocupação foi 45,2%.

    O número de pessoas que estavam na força de trabalho e as pessoas não ocupadas que não procuraram trabalho, mas gostariam de trabalhar era de 2,30 milhões. O número de pessoas não ocupadas que não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade, continua com tendência de queda, de 560 mil em maio para 376 mil em novembro.

    Com a taxa de desocupação 18,8%, em novembro, o Amazonas é a quinta unidade da federação com a maior taxa de desocupação. As maiores taxas foram as do Maranhão (21,7%), Amapá (20,9%) e Bahia (19,8%). E as menores taxas as de Santa Catarina (7,6%), Rondônia (9,4%) e Mato Grosso do Sul (9,6%).

    *Com informações do IBGE

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