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    Setor imobiliário


    Mercado imobiliário cresce 18% e fatura mais de R$ 900 mil no AM

    Apesar do setor não chegar à meta de 23% no faturamento, conforme projeção feita, a Ademi-AM comemora o resultado do setor

     

    Houve de 2017 a 2020 crescimento de 85% no mercado imobiliário
    Houve de 2017 a 2020 crescimento de 85% no mercado imobiliário | Foto: Divulgação

    Manaus - O mercado imobiliário comemora o fechamento de 2020 com crescimento de 18% nas vendas, equivalente a R$ 957 milhões, mesmo com a crise sanitária que afetou o mundo e o aumento dos insumos da construção civil. Os dados foram divulgados pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM).

    O setor vem se recuperando desde que foi afetado pela retração econômica, mas com a confiança do comprador, somada aos juros mais baixos, o mercado vem crescendo gradativamente no estado. O crescimento de 18%, no entanto, não atingiu a projeção feita pela Ademi de um faturamento de R$ 1 bilhão, em média 23%, se comparado ao ano de 2019 quando cresceu 35%.

    “Estávamos bastante otimistas, tínhamos feito no início de 2019 uma projeção de 32% e crescemos 35%. Para 2020 esperávamos 23% e um faturamento líquido de R$ 1 bilhão”, disse Albano Maximo, presidente da Ademi-AM. Apesar do setor não chegar à meta de 23% no faturamento, conforme projeção feita, a Ademi-AM comemora o resultado do setor, pois houve de 2017 a 2020 crescimento de 85% no mercado imobiliário, uma média do 28% ao ano.

    Comparando o quarto trimestre de 2020 com o mesmo período de 2019, houve um aumento de 18% nas unidades vendidas. No ano de 2020 foram lançados 14 empreendimentos (12 verticais e 2 horizontais), que representaram 4.004 unidades (3.746 unidades verticais e 258 unidades horizontais), um aumento de 28,5% em relação à 2019 (3.117 unidades). Os bairros que representaram juntos 67,3% das unidades vendidas no 4º TRI de 2020, foram: Parque Mosaico (169), Jardim Manaus (157), Lírio do Vale (126), Novo Israel (109), Gilberto Mestrinho (98) e Tarumã (90).

    Segundo o presidente da associação, este número se restringe ao mercado multifamilar e apenas a cidade de Manaus. "Nós tivemos no último trimestre algumas situações que surpreenderam o mercado e fizeram que tivéssemos uma diminuição da expectativa, como: aumento de preços de materiais da construção civil fora do esperado, muito acima da inflação; e ainda tivemos à sombra da pandemia fechando novamente o comércio. Esses dois fatores levaram a uma queda no terceiro trimestre que não é normal, com base em anos anteriores o terceiro trimestre é um dos melhores para o setor", explicou. 

    *Com informações da assessoria

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