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    Após queda em janeiro, setor de serviços cresce 1,7% no AM

    Mesmo com oscilações ao longo de 2020, e também em 2021, os serviços no Amazonas apresentam taxa positiva (0,6%)

     

    Em fevereiro, a Receita nominal de serviços também apresenta variação positiva (6,0%)
    Em fevereiro, a Receita nominal de serviços também apresenta variação positiva (6,0%) | Foto: Divulgação

    Manaus - O setor de serviços avançou 1,7% em fevereiro, frente a janeiro de 2021, quando sofreu queda de 3,0%. Mesmo com oscilações ao longo de 2020, e também em 2021, os serviços no Amazonas apresentam taxa positiva (0,6%) no acumulado dos últimos 12 meses, no acumulado do ano (6,0%) e principalmente na variação mensal (10,7%), que compara a taxa do mês com o mesmo mês do ano anterior.

    Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na quinta-feira (15).

    Em fevereiro, a Receita nominal de serviços também apresenta variação positiva (6,0%), frente a janeiro de 2021, na série com ajuste sazonal. Em fevereiro de 2021, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a Receita nominal de serviços amazonense aumentou 10,6%.

    No acumulado do ano também mostra resultado positivo (3,8%), enquanto no acumulado dos últimos doze meses, o indicador apresenta variação negativa, de -0,6%.

    Variação mensal

    A variação percentual que compara o volume de serviços do mês atual com o mês anterior, de 1,7%, obtida em fevereiro, posicionou o setor de serviços do Amazonas numa posição intermediária (12ª) entre as unidades da federação.

    Os piores desempenhos foram observados no Amapá, com -8,3%, Acre, com -5,8%, e Distrito Federal, com -5,1%. E os melhores desempenhos, no Mato Grosso, com 14,8%, Tocantins, com 11,5%, e Rondônia, com 9,1%.

    Variação acumulada no ano

    A variação percentual acumulada no ano (janeiro e fevereiro), que compara o volume de serviços do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 6,0%, inseriu o setor de serviços do Amazonas na segunda posição entre as unidades da federação.

    Os piores desempenhos foram os do Rio Grande do Norte, com -13,0%, Bahia, com -13,0%, e Pernambuco, com -10,6%. E os melhores desempenhos, os de Santa Catarina, com 7,5%, Amazonas, com 6,0% e Minas Gerais, com 4,0%.

    *Com informações do IBGE

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