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    Eleições no Vasco


    Justiça exige correção em vitória suspeita de Eurico e cobra comprovantes

    De acordo com o despacho, o Vasco tem 48 horas para corrigir a ata que declarou Eurico Miranda como vencedor do pleito

    Uma das urnas de votação estranhamente tinha 90% dos votos para Eurico Miranda | Foto: Divulgação

    A juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves publicou a primeira determinação em relação à polêmica urna 7 - colocada sub judice na eleição do Vasco em função de suspeitas no cadastro de 691 sócios. De acordo com o despacho, o Vasco tem 48 horas para corrigir a ata da Assembleia Geral, assinada pelo presidente do cargo, Itamar Ribeiro de Carvalho, que declarou Eurico Miranda como vencedor do pleito.

    Além disso, há uma exigência judicial para que o clube apresente os comprovantes de pagamentos de mensalidade dos 474 associados que votaram nesta urna.

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    Membros da atual diretoria dizem ter como provar a regularidade destes sócios. Já a oposição aposta que os aliados de Eurico não possuem tais documentos.

    No despacho, Maria Cecília ainda lista outras obrigações que devem ser cumpridas em 48 horas, sob pena de busca e apreensão.

    A magistrada exige a cópia do caderno de votação da urna 7, a chave do cadeado colocada na urna impugnada, os lançamentos contábeis no livro de caixa do Vasco referentes aos pagamentos de títulos e mensalidades destes sócios e a errata da ata que atribuía vitória a Eurico Miranda e chegou a ser publicada no site oficial do clube.

    Maria Cecília reforça que o Vasco descumpriu decisão judicial ao proclamar a vitória do Eurico e que a mesma não é oficial.

    Desconsiderando a chamada "urna da discórdia", o candidato Julio Brant obteve mais votos na disputa vascaína da última terça-feira (9).

    Nesta sexta, o UOL Esporte levantou diversos indícios de irregularidades na relação de sócios que se associaram no final do ano de 2015 e tiveram que votar em urna separada por decisão judicial.

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